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TVI estreia “O Dom” Sábado

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Em contagem decrescente para o regresso das minisséries à antena de Queluz de Baixo, eis que o Propagandista Social lhe traz tudo o que poderá encontrar na nova aposta de ficção da TVI. Falo-lhe de O Dom.

Protagonizado por Pedro Lima, O Dom promete trazer os assuntos espirituais à ordem do dia. Os temas são polémicos e a história é complexa.

Conheça aqui a sinopse, os personagens e veja fotos e o que vai acontecer no primeiro episódio.

Sinopse

Tudo começa com o personagem de Pedro Lima, Eduardo, que vive um falso vidente e é desmascarado pela sua ex-mulher com quem tentara uma reaproximação. O plano não sai como previsto e Eduardo vê-se obrigado a regressar à sua terra natal, Sesimbra.

Já na vila de pescadores, o falso vidente começa a exercer a sua verdadeira profissão, psicólogo. Acontece que Eduardo começa a viver fenómenos estranhos e começa a pôr em causa tudo aquilo em que acreditara até então.

Desde visões, a premonições, tudo começa por ser ter uma justificação raional até ao ponto em que tudo aquilo que vê acerta sempre com a realidade. É neste ponto que Eduardo começa a acreditar que efectivamente tem o Dom. A sua vizinha Patrícia será a grande amiga e cúmplice na aceitação desta nova realidade.

Entretanto uma visão começa a atormentar a vida do protagonista, uma criança em perigo de vida é presença constante nas suas visões. Um dia Eduardo reencontra Clara, sua ex-namorada de adolescência e conhece o seu filho João.

Rapidamente Eduardo associa João às visões que tem tido e surge o dilema de distinguir o que é real do que não passa de fantasias da sua imaginação. Apesar de colocar em causa tudo aquilo em que acredita, Eduardo fará tudo para salvar João e acaba mesmo por descobrir que este é seu filho.

 

Veja aqui a apresentação da minissérie exibida no programa Perfil:

httpv://www.youtube.com/watch?v=akPoktRIDY4

Personagens

imageEDUARDO – Pedro Lima
Natural de Sesimbra, deixou a terra quando foi estudar Psicologia para o Porto, tendo-se depois instalado em Lisboa e casado. Não regressou à sua terra natal pois não mantém grande relação com o seu pai e a mãe já tinha falecido. Psicólogo, é um céptico fascinado pelo paranormal, tema da sua tese de doutoramento. Enquanto investigava para a mesma, descobriu que tem talento para “ler” as pessoas e, ao provar que consegue fazer-se passar por vidente, acaba por cair na tentação de usar essa técnica, para ter algum retorno financeiro numa altura de crise. Apesar de ter algum conflito moral com o que faz, acaba por viver bem com esse facto, visto as clientes parecerem melhorar dos seus problemas depois das consultas/sessões. Eduardo é igualmente um homem em crise de meia-idade. A separação da mulher, Rita, ainda não está bem resolvida e ele ainda alimenta a esperança de poderem voltar a estar juntos. Quando a sua farsa de vidente é exposta, Eduardo sofre uma depressão, considerando ter dado cabo da sua vida profissional e pessoal. Regressa à terra natal e, nessa fase fragilizada da sua vida, começa a ter experiências paranormais que a princípio não quer reconhecer como tal, procurando explicações científicas. Eduardo é um homem de muitos conflitos mas com um coração bom que o leva a, em última instância, procurar fazer o bem a todos os que o rodeiam.

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PATRÍCIA – Paula Lobo Antunes
Professora de matemática, é uma pessoa muito racional, convicta e segura de si mesma. É muito independente, aparentemente dá-se bem no seu isolamento e não parece ter muitos amigos ou relações. É compreensível e carinhosa para com Eduardo e parece céptica relativamente ao que ele lhe conta das suas experiências mais sobrenaturais. Contudo, é uma pessoa um pouco misteriosa pois pouco fala da sua vida.

 

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RITA – Cláudia Oliveira
Ex-mulher de Eduardo, directora da clínica onde ambos trabalhavam, conheceu o ex-marido na universidade e casaram assim que terminaram o curso, instalando-se em Lisboa. Mas uma vez debaixo do mesmo tecto, a
vida diária tornou-se banal e progressivamente o casal foi-se afastando até decidir pela separação. No entanto, como depois da separação nenhum deles encontrou outra pessoa que os preenchesse, começam a considerar um regresso ao casamento, até ao momento em que Rita vai ao vidente a pedido da amiga Catarina e descobre o ex-marido.

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CATARINA – Núria Madruga
Artista multifacetada, tanto faz exposições de pintura como escreve livros ou filma curtas-metragens. É uma pessoa um pouco mística, romântica e apaixonada. Vem de uma família rica mas disfuncional e carrega muitos problemas psicológicos, emocionais e amorosos. É uma pessoa sensível, frágil e carente.

 

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CLARA – Diana Costa e Silva

Filha de uma família pobre de pescadores, conheceu Eduardo ainda em adolescente, pois o pai deste era patrão do pai dela. Os dois tiveram uma relação que as famílias não aprovavam e quando chegou a altura de Eduardo partir para ir estudar no Porto, ele não hesitou em deixá-la. Pouco tempo depois de Eduardo deixar a terra, Clara casou com Alberto e teve um filho, João. Na verdade, este filho é de Eduardo, segredo que só confiou a Alberto.

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JOÃO – Simão Santos
Filho de Clara e de Eduardo, embora acredite que o seu pai é Alberto. É uma criança inteligente mas reservada.

 

 

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ALBERTO – Nuno Janeiro
Nascido e criado em Sesimbra, surfista e barman, é um pouco arrogante e hostil para as pessoas de fora. Aceitou casar com Clara que sempre admirou, mesmo sabendo que o filho não era dele.

 

 

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LUÍS – Carlos Santos

Pai de Eduardo, viúvo, empresário das pescas, proprietário de várias traineiras, é um homem pragmático e um pouco frio. Nunca foi muito ligado ao filho por este não ter seguido a sua área de trabalho e ter ido embora da terra.

 

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FRANCISCO – Guilherme Filipe

Psiquiatra, foi professor e, de certa forma, mentor de Eduardo, de quem ficou grande amigo e confidente. É um homem com um espírito clínico e céptico. Casado com a sua primeira namorada, é emocionalmente estável
e muito racional.

 

 

Fotos – Primeiro Episódio

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O Primeiro Episódio – Sinopse

O Propagandista Social teve ainda acesso à sinopse do primeiro episódio da minissérie. Consulte aqui:

 

Eduardo, um homem de 30 anos, com uma aparência estranha devida à sua barba, deita cartas de Tarot na forma de cruz celta para uma cliente. O ambiente é soturno, pontuado com elementos esotéricos.
Catarina, de forma a ajudar Rita, leva-a até a Eduardo. Rita quer saber se deve ou não voltar para o ex-marido. Catarina e Rita param junto a uma porta que tem uma pequena placa com a indicação: “Professor Cabral – Tarot, Regressões, Vidas Passadas, Aura”.

Eduardo, ao ver Rita, chega a sua cadeira um pouco mais para trás, e tenta falar com uma voz alterada. Catarina diz que trouxe uma amiga para uma consulta. Eduardo meneia a cabeça e diz que está um pouco adoentado e não poderá atender mais ninguém.
Rita olha intensamente para Eduardo enquanto este tenta esconder o rosto. Rita reconhece o ex-marido e puxa-lhe a barba. Catarina não percebe o que se está a passar. Rita diz à amiga que já tem a resposta para o que queria saber e que é ele o seu ex-marido.
Catarina olha espantada para ambos.

Algumas semanas depois…

Eduardo está a mudar-se para um prédio em Sesimbra, quando encontra uma vizinha, Patrícia, que se mostra simpática e lhe dá as boas vindas. Patrícia explica a Eduardo que o prédio está praticamente vazio no Inverno. Ela brinca dizendo que espera que
ele não tenha medo de fantasmas. Eduardo sorri e Patrícia afasta-se em direcção a um apartamento, mas aguarda até ver qual é o apartamento de Eduardo e só então fecha a sua porta.

A sala tem pouca mobília e está cheia de caixas das mudanças no chão. Eduardo pousa a caixa que trazia consigo, dirige-se à kitchenette de onde retira um copo que enche de água e toma um anti-depressivo.
Eduardo está deitado a meio de um sonho agitado e acorda de repente, a transpirar. Levanta-se e serve-se de um whisky, que acompanha com um ansiolítico. . Eduardo repara que junto à porta de vidro que dá para a varanda está uma pequena poça de água.
Olha para o exterior mas não está a chover. A luz da sala apaga-se subitamente. Às apalpadelas, Eduardo avança até ao interruptor e volta a acendê-lo. Testa o interruptor duas vezes, a luz apaga e acende normalmente, deixando-o intrigrado. No dia seguinte,
Eduardo está no consultório e surge Catarina, a ex-cliente do vidente, para uma consulta. Eduardo fica chocado quando a vê, no entanto Catarina diz-lhe para não se preocupar porque veio sozinha.
Eduardo recusa-se a atendê-la e tenta explicar-lhe que tudo o que ele disse como vidente foi por ter utilizado uma técnica da psicologia, acrescenta ainda que nunca adivinhou nada e que nunca foi vidente.
Catarina continua a insistir para ter uma consulta.

Ao sair, Catarina cruza-se com uma senhora de meia-idade que lhe pergunta o que faz um psicólogo clínico. Catarina responde-lhe, ao ouvido, que mais que um psicólogo, Eduardo tem um dom.

Eduardo desce a marginal, mas abranda o passo quando vê Clara a subir na sua direcção e aproxima-se. Falam sobre o seu relacionamento no passado. Clara pede-lhe que não lhe estrague a vida, outra vez, agora que ela está casada e feliz. Clara afasta-se.
Eduardo segue-a com o olhar, senta-se no muro que separa a marginal da areia e olha para o mar, nostálgico.

No dia seguinte, Rita vai ao consultório de Eduardo. Eduardo, ao vê-la, fica surpreendido. Rita diz-lhe que quando soube que este estava de novo a dar consultas, sentiu o dever de avisá-lo que se souber de mais alguma prática menos ortodoxa da parte dele, ela fará queixa à Ordem dos Psicólogos.

Eduardo e Catarina passeiam no pontão a olhar para os barcos. Ele olha para a traineira onde no outro dia teve a visão do pai de Clara, mas não vê nada fora do normal. Eduardo confessa a Catarina que viu um fantasma, ali mesmo. Ela confessa-lhe que sempre soube
que Eduardo tinha poderes, mas ele responde que a depressão pode levar a alucinações.

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Estudante de Farmácia, amante das ciências e das artes. Gosto particular por entretenimento em diversas áreas: televisão, cinema, teatro, música.

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