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“Incógnito” é o quinto telefilme da Plural para a RTP

As filmagens do próximo telefilme da RTP1, Incógnito, decorreram no Campus da Justiça, em Lisboa. Entre o soar da claquete e figurantes em trânsito, Lúcia Moniz, Pedro Laginha e Adelaide Ferreira mostraram-se satisfeitos com o trabalho e falaram sobre os projectos para 2012.

Lúcia, o papel desempenhado por Lúcia Moniz, é uma procuradora-adjunta, que diariamente trata casos de averiguação de paternidade, quando ela própria desconhece a identidade do seu pai. A história desenrola-se a partir daqui, com um texto da autoria de Artur Ribeiro, que é também o autor da recente estreia Noite de Paz.

Incógnito é o quinto telefilme de uma série que marca o regresso deste formato à televisão pública. O projecto está a ser desenvolvido pela RTP, em colaboração com a produtora Plural, que até aqui trabalhava exclusivamente para a TVI.

Naquelas que foram as primeiras cenas de exterior a serem rodadas, o Campus da Justiça, em Lisboa, foi o local escolhido para o desenrolar da acção. A equipa, sob coordenação do realizador Jorge Queiroga, movimenta-se ao ritmo de cada take – é preciso retocar a maquilhagem dos actores, reposicionar as câmaras, organizar os figurantes e segurar a perche com firmeza.

A cada intervalo, uma oportunidade para falar com os protagonistas do horário nobre. Para Lúcia Moniz, passar de médica, na série Maternidade, a procuradora, implicou aprender “outros termos técnicos”. A actriz e cantora mostrou-se satisfeita com a aposta no género telefilme e confortável no papel para o qual foi convidada. Para o novo ano, ficaram por desvendar os projectos na área da representação, mas sem novidades no que toca à cena internacional. Os concertos, esses estão garantidos.

Com planos musicais estão também Pedro Laginha e Adelaide Ferreira. O ator, que dá vida a Frederico, está a preparar bum novo disco dos “Mundo Cão” e o primeiro single deverá chegar antes do Verão, enquanto a cantora, que se estreia no formato com a personagem Verónica, segue na divulgação do disco “Esqueço-me de Te Esquecer”, editado em Dezembro, com três concertos agendados já para este mês.


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Se o Jornalismo não se pode considerar uma ciência temos certamente de olhá-lo como uma arte. A arte de saber contar estórias e marcar a história. Estudante de Jornalismo (ESCS-IPL)

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