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Ricardo Soler em entrevista: “achei que seria a altura certa de voltar ao festival”


Ricardo Soler
regressa este ano ao Festival RTP da Canção após a sua participação em 2008 com o tema “Canção Pop”. Com letra de Nuno Marques da Silva e composição a cargo de Nuno Feist, a canção nº 1 promete  um momento em palco sem tristezas nem pesar.

O enfermeiro e cantor esteve à conversa com o Propagandista Social e falou-nos um pouco sobre as razões que o levaram a regressar ao Festival da Canção bem como outras opiniões e confissões sobre a sua participação e equipa. Veja aqui a entrevista:

Propagandista Social: Depois de algum tempo afastado da televisão, o Ricardo decidiu voltar a concorrer ao Festival RTP da Canção. O que o levou a tomar esta decisão?

Ricardo Soler: Depois da OT2007, Festival da Canção de 2008, West Side Story de La Féria, um ano inteiro no programa Companhia das Manhãs na SIC, lançamento e promoção do CD PORTUGAL ACÚSTICO, e de ter estado o verão passado no ar com Chamar A Música, achei que seria a altura certa de voltar ao festival, visto que me encontro mais maduro, com a experiência acima mencionada e uma maneira diferente de ver e viver as coisas. Em 2008, não tinha as bases que necessitava para poder dar o meu melhor e ser um representante digno.

PS: Acha que tem a equipa ideal (Nuno Marques da Silva e Nuno Feist) para chegar à Eurovisão?

RS: Tenho a certeza que tenho a equipa ideal. Quando nos juntamos, não só nos divertimos muito, como fazemos questão de dar o nosso melhor em torno desta canção : complementamo-nos. Tive muita sorte e não poderia estar mais feliz!

PS: Depois da Canção Pop, podemos esperar um Ricardo num registo mais tradicional dado o mote do festival deste ano: o Fado?

RS: Adoro fado mas sou um péssimo fadista!
A minha canção deste ano só partilha uma coisa com a Canção Pop – são canções onde não há lugar para dramas, pesares e tristezas. De resto são canções muito diferentes e a deste ano não deixa o Fado de lado.

PS: Acredita que o facto da RTP não ter capacidade para organizar um evento com a ESC é um impeditivo à vitória portuguesa em Baku?

RS: Acho que não. Acredito que se existir vitória em Baku que existirá também uma vontade e esforço enormes,por parte da RTP, para organizar o certame de melhor forma possível! Compreendo que a ideia assuste um pouco, visto que é um evento de grande envergadura e responsabilidade mas tudo se consegue!

PS: Acha que as alterações que ocorreram no sistema de seleção dos concorrentes são benéficas para o próprio Festival no que toca à qualidade?

RS: Acho que se beneficia sempre que se tenta mudar/melhorar algo. É uma experiência, uma aprendizagem e acredito que o Festival este ano não vai desiludir em termos de qualidade.

PS: Assusta-o mais a votação do juri ou do público?

RS: As duas não me assustam. Sou apologista deste método de 50/50 para a obtenção de um resultado. Agora tenho a certeza que qualquer uma das 12 parcerias está empenhada em fazer o seu melhor e viver este festival de forma descontraída e positiva!

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Estudante de Farmácia, amante das ciências e das artes. Gosto particular por entretenimento em diversas áreas: televisão, cinema, teatro, música.

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