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Grammy 2012: As 10 melhores atuações dos últimos 10 anos

Adele, Bruno Mars, Bruce Springsteen, Rihanna com Coldplay, Jason Aldean com Kelly Clarkson, Chris Brown com David Guetta e Lil Wayne… são muitas as atuações que nos aguardam no próximo domingo (12) na cerimónia dos Grammy. Enquanto (des)esperamos pela maior noite da música, o Propagandista Social propõe uma viagem no tempo. Aperte o cinto e viaje connosco pelas 10 melhores atuações das últimas 10 edições dos Grammys.

Gorillaz, Madonna & De La Soul – “Feel Good Inc.” & “Hung Up” (2006)

A 48ª edição dos Grammys abriu com uma banda que na realidade não existe. Em palco estiveram hologramas dos desenhos animados “Gorillaz”, na altura nomeados para melhor registo do ano pelo hit “Feel Good Inc.”. A eles juntou-se um holograma de Madonna que viria, segundos depois, a transformar-se na rainha da Pop de carne e osso para interpretar “Hung Up”, o single do álbum “Confessions On The Dance Floor”.

Eminem, Rihanna, Dr. Dre & Skylar Grey – “Love The Way You Lie” & “I Need A Doctor” (2011)

No ano que marcou o tão aguardado regresso à música, a Academia ofereceu a Eminem o palco dos Grammy para uma atuação memorável. Em palco, o rapper interpretou o êxito “Love The Way You Lie”, introduzido por Rihanna, com Adam Levine (Maroon 5) ao piano. Seguiu-se “I Need A Doctor”, uma homenagem ao seu mentor, Dr. Dre, que também participou na performance.

Kanye West & Daft Punk – “Stronger” (2008)

Quando em 2007 West apresentou o single “Stronger”, que conta com um sample dos Daft Punk, uma atuação ao vivo entre o rapper e dos dj’s parecia inevitável. E assim foi. O espetáculo futurista baseado em jogos de luzes teve como palco a 50ª edição dos Grammy.

Lady Gaga & Elton John – “Poker Face”, “Speechless” & “Your Song” (2009)

Lady Gaga pauta-se por marcar sempre a diferença. A sua estreia nos Grammy, não poderia ser diferente. A cantora convidou sir Elton John para um dueto de vozes e pianos. Depois de interpretar “Poker Face”, a cantora entrou numa máquina e de lá saiu ao lado de John. “I want to be a star!” gritava a cantora… ei-la hoje.

Pink – “Glitter In The Air” (2010)

Já sabemos que a voz de Pink nos leva ao céu, mas desta vez foi ela que foi ao céu, literalmente: cantou suspensa por uma fita. Pelo meio, a cantora desceu à terra… ou à água, e voltou a subir com o corpo molhado, que ao rodopiar serviu de chuveiro para muitos convidados na plateia.

Tina Turner & Beyoncé – “Proud Mary” (2008)

A admiração de Beyoncé por Tina Turner é pública. E a vontade da cantora de “Single Ladies” atuar ao lado da diva também é conhecida. Ora, o desejo de Bey tornou-se realidade quando a Academia se propôs a juntar as duas em palco para assinalar uma homenagem à Miss Hot Legs. O resultado está à vista… e à escuta.

T.I., Jay-Z, Kanye West, Lil Wayne & M.I.A. – “Swagga Like Us” (2009)

Quando se juntam quatro monstros do Hip-Hop e uma rapper indie grávida no palco dos Grammys, o espetáculo está garantido. Os rappers arrasaram a edição de 2009 dos prémios da música e no final… “fez-se luz”: M.I.A. deu à luz três dias depois da performance.

Eminem & Elton John – “Stan” (2011)

Em 2000, Eminem foi acusado de homofobia pelas letras do álbum “The Marshall Mathers LP”. Ainda assim, as críticas das associações de homossexuais não foram suficientes para demover Elton John. O cantor juntou-se ao rapper no palco dos Grammy em 2001 para juntos interpretarem “Stan” numa performance musicalmente poderosa e de intervenção política bem ao jeito de Eminem.

Arcade Fire – “Ready To Start” (2011)

Os Arcade Fire eram praticamente desconhecidos do grande público até encerrarem a 53ª edição dos Grammy com a apresentação de “Ready To Start”. Depois de receberem o prémio para o melhor álbum do ano, por “The Suburbs”, a banda incendiou o palco dos Grammy na segunda atuação da noite.

Beyoncé – “If I Were A Boy” (2010)

A noite da 52ª edição dos Grammy foi de Beyoncé. A cantora derrubou a concorrência e saiu do Staples Center com a mala recheada de Grammys. Aos prémios juntou-se a estrondosa apresentação de “If I Were A Boy”, que evidenciou a interpretação e a capacidade vocal de Bey.

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