Cinema

Óscares 2012: Categoria Melhor Guarda-roupa

A categoria de Melhor Guarda-Roupa propõe-se a homenagear os melhores figurinos de um filme. Em 1948, quando foi pela primeira vez proposto o prémio, havia duas subcategorias: o melhor guarda-roupa a preto e branco e o melhor guarda-roupa colorido. Essa distinção foi posteriormente abandonada.

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Anónimo

 (Figurinista: Lisy Christl)

O filme explora uma teoria que afirma que Shakespeare não foi o autor das obras por si publicadas, mas sim o conde de Oxford Edward de Vere. Ambientado no século XVIII, o guarda-roupa faz justiça à época, apresentando figurinos absolutamente notáveis.

O Artista

(Figurinista: Mark Bridges)

O filme mudo desenrola-se na década de 20, e mais uma vez estamos perante um guarda-roupa exuberante. É evidente o cuidado com os pormenores neste filme, onde nada escapa para transportar o espetador diretamente para a época. Curiosamente, alguns fatos reais da década foram utilizados no filme.

A Invenção de Hugo

(Figurinista: Sey Powell)

Provavelmente uma das nomeações mais controversas, pois o guarda-roupa de “A Invenção de Hugo” não apresenta nada de extraordinário. A história desenrola-se na década de 30, e os figurinos corresponderem ao desejado, contudo nunca deixam de ser vulgares e triviais. Falta-lhes a excecionalidade e admiração causada pelo guarda-roupa dos outros nomeados, sendo a sua indicação uma surpresa por si só.

Jane Eyre

(Figurinista: Michael O’Connor)

O filme conta-nos a história de uma jovem órfã que após sair do colégio interno tenta dar um novo rumo à sua vida e deixar para trás os traumas do passado. Com um guarda-roupa bastante semelhante ao filme “Orgulho e Preconceito”, o filme consegue incorporar um vestuário bem idealizado e orquestrado, análogo à época.

W.E.

(Figurinista: Arianne Phillips)

O filme dirigido e escrito por Madonna relata a história da perspetiva de Wallis Simpson, amante do rei Edward de Inglaterra, que na década de 30 abdicou do trono para o seu irmão George em nome da sua paixão. O guarda-roupa é apelativo e eloquente, um trabalho bem concretizado por parte de Arianne Phillips.

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