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Rui Andrade, concorrente do Festival da Canção: “sinto-me com mais responsabilidade”

Rui Andrade

Rui Andrade concorre este ano pela segunda vez ao Festival RTP da Canção. Depois de ter interpretado em 2011 “Em nome do Amor”, o cantor promete uma atuação mais responsável para o próximo dia 10 de março.

Para este ano, o cantor vai interpretar “Amor a Preto e Branco”, canção número onze, com letra de Inês Vaz e composição de Miguel Majer. O Propagandista Social este à conversa com Rui Andrade e apresenta-lhe mais uma entrevista exclusiva:

Propagandista Social: Depois de um honroso terceiro lugar no ano passado, o Rui volta a participar no Festival da Canção. É em nome do amor à Eurovisão e ao Festival que regressa à competição?

Rui Andrade: É sem dúvida alguma em nome do amor à música, em nome do amor ao meu país, em nome do amor que sinto pela eurovisão e pelo festival da canção… E porque realmente acredito que a minha carreira pode passar por aquele palco que desde pequeno sonho pisar…

PS: Sente-se mais confiante nesta sua segunda participação no certame?

RA: Sinto-me com mais responsabilidade… Responsabilidade de fazer com que as pessoas que gostaram da minha prestação o ano passado e que me deram os 10 pontos de publico, me voltem a dar o seu voto de confiança… Mas estou muito confiante num bom desempenho, sim…

PS: Podemos esperar, dado o mote do Festival este ano ser o fado, um Rui num registo mais tradicional?

Não vou falar sobre a minha canção, até porque não posso… Mas se fosse um fado, não me importaria, já cantei fado e gosto de o fazer… Mas como digo, a surpresa vai manter-se porque não revelo nada… (sou mauzinho…..)

PS: O que considera ser essencial para um tema para vingar na Eurovisão?

RA: Uma das coisas que mais se fala sobre esse tema, é o facto de cantarmos na nossa língua e não no inglês como a grande maioria dos países faz… Acredito que se tiver uma boa letra e uma melodia forte, que leve o intérprete a passar a emoção que a canção pede temos caminho andado para o sucesso lá fora… Acho que os portugueses são intensos a interpretar o que têm para cantar… E é isso mesmo que temos de passar lá fora… As pessoas têm de se arrepiar com a nossa interpretação, com a nossa maneira de cantar, e as palavras sendo na nossa língua não serão um problema, pelo contrario, uma “arma” que teremos para lutar contra os outros países…

PS: Acha que as alterações que ocorreram no sistema de seleção dos concorrentes são benéficas para o próprio Festival no que toca à qualidade?

RA: Depois do festival falamos sobre isso, porque não conheço as canções, nem as junções cantor/interprete… Mas creio que é inovador… E espero que seja muito positivo… Pode sê-lo!

PS: Assusta-o mais a votação do júri ou do público?

RA: Confesso que depois de ter participado o ano passado e ter uma classificação do júri que não esperava, e que sinceramente não acho merecida para a minha canção, talvez a do júri… Embora a do público seja outra incógnita, mas creio que quem tocar mais o coração dos espectadores leva os 12 pontos do público portanto não sei bem o que diga… Sei apenas que estou a trabalhar para dar o meu melhor e conseguir os 12 pontos quer do júri quer do público.

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Estudante de Farmácia, amante das ciências e das artes. Gosto particular por entretenimento em diversas áreas: televisão, cinema, teatro, música.

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