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“Walking Dead” (T3): 5 razões para não perder os zombies de vista

“Walking Dead” regressa à Fox esta quarta-feira (17). A terceira temporada da série estreia com um ritmo mais rápido … e mortal. O Propagandista Social apresenta-lhe cinco razões para não perder os Zombies de vista.

“The Walking Dead” regressa a 17 de Outubro à Fox

O primeiro episódio da nova temporada chama-se “Semente”, e nós oferecemo-nos para semear-lhe a vontade de ver uma das melhores séries dos últimos anos.

Rápida e Mortal

Muitos fãs criticaram a segunda temporada por se desenrolar a um ritmo muito lento. Pois bem, com a estreia desta nova temporada não pode haver esse tipo de reclamações. O primeiro episódio decorrerá num ritmo muito rápido e vai ser, também, o episódio mais violento da série – vai ser, talvez, o episódio com o maior número de walkers de que há memória em “The Walking Dead”. Se assiste à série pela enorme quantidade de “entranhas” e “sangue” da autoria de de Greg Nicotero, vai ficar muito satisfeito  com o episódio de estreia.

O “Ricktator

A morte de “Shane” abalou muitos dos fãs da série, não só por ser uma excelente personagem, mas pelo facto do protagonista da série – “Rick” – ser muito indeciso (e, francamente, um pouco aborrecido). Não é assim na terceira temporada. Como um “Wendigo” (criatura mitológica formada a partir de um humano que passou muita fome durante um inverno rigoroso e, para se alimentar, comeu seus próprios companheiros) que fica mais forte por consumir carne de seu inimigo, “Rick” tornou-se um personagem infinitamente mais interessante após ter morto “Shane”. Agora está pronto para tomar decisões mais duras. Não quer saber se é impopular ou se não concordam com as suas decisões. “Rick” Não tem mais tempo para ouvir as queixas de “Lori”. Depois de duas temporadas a tentar fazer o que está mais correto e ainda sair como o “bom da fita”, agora o personagem só se preocupa em fazer o que tem de ser feito para que ele e os seus sobrevivam, sem perguntas. Ele é, agora, o “herói” que conhecemos da Banda Desenhada. Ele está, numa palavra, impressionante.

O tempo cura todas as feridas

Passaram-se meses desde o fim da segunda temporada, não apenas na vida real, mas na série também. Os personagens e a história beneficiam com esta passagem do tempo. As relações entre “Maggie” e “Glenn”, “Daryl” e “Carol”, e mesmo entre “Carl” e “Beth” – todos eles se sentem mais próximos que nunca. Este é um grupo que viveu um inferno e sobreviveu, ficando mais unido. Eles funcionam como uma unidade coesa, e muito pouco os consegue assustar (ainda) mais. Os nossos heróis não são apenas sobreviventes agora, eles são guerreiros endurecidos pela batalha, e não vão querer apostar contra eles.

Um pequeno samurai faz um longo caminho

“Michonne” faz sua estreia no primeiro episódio da terceira temporada, mas as suas intervenções (e, consequentemente, de “Andrea”) são poucas e distantes entre si em comparação com o resto do elenco principal. Porém, o pouco que temos de “Michonne” é absolutamente fantástico e totalmente fiel à personagem da Banda Desenhada de Robert Kirkman, que originou a série. Danai Gurira detém a personagem e completa-a brilhantemente nos poucos minutos em que aparece na série, prometendo grandes feitos à medida que a série progride.

Para onde vamos

Não, não vamos spoilar mas, com base no final deste novo episódio, vai ser difícil não ficar a babar – ou a sangrar – de desejo de mais um (ou dois) episódios. Os momentos finais de “Semente” são muito intensos, tal como a série já nos vem habituando, momentos que rivalizam com as mortes de “Dale” e “Shane”. Como um bónus adicional a cena final contém dois momentos que levam o telespectador directamente para a Banda Desenhada. Os fãs vão adorar a revelação final do episódio.

Por tudo isto, ninguém vai querer perder a estreia da nova temporada de “The Walking Dead” na Fox, dia 17, quarta-feira, às 22h20.

Fox transforma famosos em zombies

Para promover a estreia da terceira temporada de “Walking Dead”, a Fox transformou famosos em Zombies, num apelo à doação de sangue. Em parceira com o Instituto Português do Sangue e Transplantação, a campanha “Usa o teu cérebro. Dá sangue” coloca nas ruas de Lisboa, do Porto e Coimbra unidades móveis de recolha de sangue. Saiba mais aqui.

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Licenciada em Ciências da Comunicação e uma amante das artes! Sou actriz, adoro Reality Shows e não vivo sem um bom filme ou uma boa série. Preciso de um dia com 42 horas!

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