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Breaking Dawn – Parte 2, o fim da Saga Twilight | Crítica

[xrr rating=3/5]

O último capitulo de uma das sagas mais faladas da atualidade chega finalmente ao cinema. Breaking Dawn: Parte 2, estreou na passada quinta-feira (15/10) e desde então as salas têm estado constantemente lotadas.

Neste último filme Bella é finalmente transformada numa vampira, ganhando assim “alguma vida”, um pouco irónico não?!

A verdade é que depois de quatro filmes onde abundavam a melancolia, o engodo e as crises amorosas, Kristen Stewart, conseguiu finalmente dar  alguma energia à sua personagem. Bella é agora uma vampira recém-criada, cheia de força, que ao ver a sua família ameaçada pelos poderosos Volturi, verá necessidade de conseguir o maior número de aliados que testemunhe a seu favor.

A primeira parte do filme centra-se principalmente numa nova concepção do mundo por Bella. Esta finalmente descobre qual a sua verdadeira natureza: ser vampira. Depois de 18 anos de fraqueza e irrelevância derivada da sua condição humana, Bella vê as suas capacidades aperfeiçoadas e manifesta uma enorme aptidão, demonstrada principalmente pelo seu auto-controlo no que toca à sede por sangue humano.

Numa segunda parte, Bella revela-nos a guerreira que nasceu dentro de si. Ao aperceber-se que a sua filha, Renesmee, se encontra em perigo é forçada a criar um grupo de testemunhas que intercedam a seu favor.

Tal como nos filmes anteriores da saga, os protagonistas não revelam grande química como casal. Kristen Stewart pode ter dado mais algum dinamismo à personagem mas continua a dar pouco de si, tal como Robert Pattinson.

Embora no seu final seja visível algum melhoramento a nível de efeitos especiais, continuam a haver alguns pontos intrigantes ao longo de todo o filme: close-ups exagerados, cenas onde o cenário computorizado é extremamente evidente, lobisomens que não passam de lobos exageradamente grandes e diálogos pobres são alguns exemplos. Esta tentativa de inovação tornou-se mais clara com a criação digital de Renesmee. Esta teve como finalidade manter os traços da criança semelhantes ao longo do seu rápido crescimento, tornando-a assim numa personagem mais verosímil. Apesar de o efeito criado ter sido em alguma parte interessante, é perfeitamente notável o formato digital associado à personagem.

No geral, o filme pode ser referenciado como o melhor desta saga: encontra-se menos maçudo e com mais ação, o que permite que os espetadores se envolvam no filme com mais intensidade.

Veja o trailer:

httpv://www.youtube.com/watch?v=isKEg0pnzjo

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