Cinema

Fantasporto quer circuito alternativo

A necessidade de criar um circuito de cinema paralelo em Portugal, que possa levar filmes alternativos ao grande ecrã, foi um dos temas principais da conferência de imprensa de apresentação da 33ª edição do Fantasporto, que vai decorrer entre 25 de Fevereiro e 10 de Março, no Teatro Municipal Rivoli, no Porto.

O fundador do festival, Mário Dorminsky fez a defesa da necessidade do referido circuito para proporcionar “o visionamento de obras europeias, asiáticas que são, muitas vezes, e nos seus países de origem, grandes sucessos de bilheteira”, nem que para tal se estabeleçam quotas nacionais e europeias de exibição.

O criador do Fantasporto diz ainda que a inexistência do dito circuito está a “matar” a ação cultural na área do cinema, pela diferença de critérios de financiamento por parte do ICA em relação a festivais e à criação de filmes.

O festival que arranca no fim deste mês tem um ciclo de eventos paralelos dedicados desta vez ao tema da literatura e cinema. A sessão de abertura dá-se a 1 de Março  com a projeção do filme Mamã, co-produção hispano-canadiana, realizada por Andrés Muschetti e produzida por Guillermo del Toro, que está a ser grande sucesso de bilheteira nos Estados Unidos.

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Jornalista Estagiária numa publicação mensal e amante de Cinema e da Cultura nacionais

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