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“Sol de Inverno”: resumo de 25 de Novembro a 1 de Dezembro

[tps_title]Ep. 68[/tps_title]

Fernando leva um murro de Adelino, quando tenta explicar a Beatriz que só foi a sua casa pedir desculpa por a ter violado quando ainda namoravam.

Fátima pede ajuda a Lé para escolha do vestido de noiva. Diz que tem uma ideia na cabeça que nunca viu nas lojas.

Laura vai até à morgue identificar o corpo e Eduardo.

Joana mal consegue explicar à mãe o que é que o pai está ali a fazer e Fernando avança para justificar a sua presença. Diz que a filha não tem qualquer responsabilidade na situação e que nunca lhe passou pela cabeça ficar ali em casa. Adelino saúda com ironia que ele não tenha realmente pensado nisso, enquanto Beatriz se atira a Joana e dispara que não tinha o direito de lhe fazer aquilo. Sofia diz que ele só está a piorar a situação mas Fernando afirma que só quis pedir desculpa a Beatriz por tê-la violado. Ela fica ainda mais indignada e manda calar Joana quando ela tenta interceder pelo pai. Adelino insiste para que ele se vá embora mas quando Fernando se aproxima de Beatriz o taxista dá-lhe um murro. Sofia vai em auxílio do pai que fica a queixar-se da mão, enquanto Fernando decide finalmente ir embora, avisando Joana de que depois a contacta. Beatriz repreende a filha perguntando o que lhe fez para a tratar assim. Joana afirma que tem o direito de ver o pai mas a mãe lembra-lhe que aquele foi o homem que a violou e vai a chorar para o quarto, amparada por Sofia. A irmã consegue acalmá-la e pouco depois Joana entra e pede desculpa à mãe, explicando porque é que Fernando ali foi parar. Beatriz acaba por amolecer e abraçar a filha.

Sofia vai tratar da mão do pai. Adelino geme se dor ao fazer gelo mas reconhece que esperou vinte e seis anos para dar aquele murro.

Manel espera à porta de casa dos ex-sogros para ver o filho, escondendo-se no carro a uma distancia a que não pode ser detectado. Vasco sai de casa cheio de sono e Rosa confirma que ele até se deitou cedo e que levou foi muito tempo para adormecer. Vasco insiste em perguntar quando é que pode ver o pai e Ana, irritada, diz que o juiz decretou que ele tem de viver com os avós e que é por isso que o vai visitar. O miúdo contrapões que se é assim o pai também podia ir e Ana aproveita logo para responder que se ele não vai vê-lo é porque não quer. Rosa reprova a atitude manipuladora da filha mas ela insiste que está a dizer a verdade.

Matilde conta a Concha que Laura está arrasada com a notícia da morte de Eduardo, embora evite chorar à frente dos filhos e tenha que ir certificar-se que o corpo pertence mesmo ao filho mais velho. Concha reconhece que a vida da família Aragão não tem sido fácil e que os seus problemas, comparados com os da amiga são problemas menores. No entanto não deixa de se queixar que a sua relação com Artur está estagnada e que a mãe também não lhe tem facilitado a vida para implementar novas regras de funcionamento no palacete. Matilde empresta um livro a Concha que lhe agradece e vai embora. Mariano pergunta a Matilde se aquele livro é da livraria pois não tem vontade de emprestar seja o que for a Concha, depois da revolução que ela quer fazer na pensão. Matilde sossega-o e garante que o livro é seu. A conversa é interrompida por um carteiro que entrega a Mariano a notificação de que o julgamento do avô foi remarcado para dali a um mês. Matilde lembra-lhe que pode contar sempre toda a verdade mas o livreiro insiste em que a sua salvação está em Célia, pois contar ao avô que não é advogado, está fora de questão.

Fátima conta a Lé, com grande entusiasmo, que vai casar com Carlos o mais depressa que puder e pede à patroa que a ajude a fazer o vestido de noiva, Lé fica feliz por ela mas confessa que chegou a duvidar que ela perdoasse ao namorado. Fátima reconhece que ele a quis avisar que não era rico e que ela á que não quis ouvir.

Sandra desabafa com Carlos estranhando que os seus cozinhados tenham sido sempre tão elogiados e que agora tudo lhe corra mal. O motorista pouco liga ao que ela diz, mais interessado em olhar para o seu decote. Apesar de tudo ainda responde que quando não estiver tão nervosa tudo irá melhorar. Ela acha que isso será difícil pois a mãe dele está sempre a embirrar. Carlos reconhece que Dulce tem um feitio difícil mas mostra-se convencido que elas ainda se vão dar muito bem. Dulce aparece nesse instante e não gosta de os ver juntos, mandando Sandra trabalhar, sugerindo-lhe que vá levantar o tabuleiro de Andreia. Quando a rapariga se retira, Dulce chama-lhe calona.

Inês vai a casa dos Aragão para seguir com Margarida para a faculdade. No entanto, enquanto espera pela amiga, é interpelada por Laura que está de saída para o aeroporto. Laura proíbe-a de voltar lá a casa e intima-a a afastar-se da filha pois é uma má influência para ela. Inês defende-se e afirma que nunca obrigou Margarida a nada. Margarida aparece entretanto e não contraria a mãe, dizendo à amiga para ir andando que depois fala com ela na faculdade. Laura reafirma a Margarida que quer que ela se afaste de Inês e que se for preciso até a muda de faculdade. Depois despede-se com grande emoção de Margarida e Andreia, que lhe pede que não a deixe sem notícias de Eduardo. Teresa insiste em levar a mãe ao aeroporto e recomenda que deixe o México se pressentir que existe perigo. Laura promete ficar atenta.

Simão está destroçado com a possibilidade de Eduardo estar morto e assume que as desavenças do passado são agora coisas pouco importantes, uma vez que ficou tanta coisa por dizer entre os dois. Nuno abraça-o e tenta fazer com que ele acredite que vai voltar a ver o irmão.

Manel procura Sofia no atelier e apela à reconciliação reafirmando que a ama. Sofia esconde o sofrimento por que está a passar e responde que já não sente nada por ele e que não poderia sentir, depois do que ele lhe fez. Manel tenta repetir que a culpa foi de Laura mas Sofia atalha a conversa e mostra-se inflexível reafirmando que nunca mais o quer ver. Manel vai embora destroçado e ela dá finalmente a imagem de que está a sofrer brutalmente com a separação.

Aproveitando-se de estar sozinha, Benedita entra no gabinete de Laura e tira alguns documentos que possam interessar a Sofia para prejudicar a empresa, incluindo os desenhos já acabados da nova colecção de sapatos. Quando regressa à sua mesa, assusta-se com a chegada inesperada de Teresa. Esta pede desculpa por tê-la assustado e informa que a mãe não vai trabalhar e que ela também não se vai demorar, pedindo à secretária para desmarcar todos os compromissos que ambas tinham para aquele dia. Benedita não resiste a perguntar se existe algum problema e Teresa concede em revelar que foi descoberto um corpo no México que pode ser o de Eduardo. Benedita sofre um choque com o que ouve e deixa cair no chão as pastas com os documentos que precisava desviar. Vendo que a patroa pode reparar neles, apressa-se a apanhá-los. Depois de Teresa entrar no gabinete, Benedita verte algumas lágrimas que se apressa a limpar.

Isabel anuncia que está na hora de fazer pausa no trabalho e afasta-se na companhia de Célia. Rita prepara-se para ir com as colegas mas Lídia, outrora sua mulher de mão, recorda-lhe que ninguém a convidou. Rita fica desmoralizada mas mesmo assim segue as colegas. Fábio aproxima-se de Célia a perguntar se quer ir com ele à livraria de Mariano. Ela recusa e ele pergunta porque é que ela agora mal lhe fala, percebendo logo de seguida que é por causa de Rita. Fábio desculpa-se, dizendo que já não tem nada com a antiga chefe de linha. Célia mantém a sua posição e manda-o pedir ajuda a Rita.

Rita queixa-se a Horácio de que está constantemente a ser maltratada pelas colegas e pede para ir para outro sector da empresa. O encarregado aconselha-a a ter calma pois a situação está tão má que ter aquele emprego é um milagre.

Rosa visita Lurdes para saber como é que ela está e se a família se está a aguentar. A amiga assume que ela e Jacinto vão conseguindo ganhar algum dinheiro e que ele até pode seguir para trabalhar em França dentro em breve. Rosa conta que Vasco continua a perguntar muito pelo pai.

Concha volta a desvalorizar o tipo de trabalhos que Artur faz para ganhar dinheiro e o almoço no bar da praia acaba em discussão.

Mariano carrega uma pilha de livros para a livraria e é abalroado por Beatriz que atira tudo ao chão. Ele reclama por ter dois livros danificados e Beatriz atira-lhe o dinheiro para cima, desistindo de explicar que não fez de propósito. Quando entra na livraria, Mariano comenta com Matilde que Beatriz é insuportável mas a rapariga defende a tia e adivinha que quando ele a conhecer melhor vai pedir desculpas de tudo o que disse a sue respeito.

Simão, Salvador, Teresa e Margarida esperam juntos por notícias de Laura. A mãe telefona-lhes a dizer que já chegou ao México e que está a caminho da morgue para reconhecer o corpo de Eduardo. Margarida diz aos irmãos que vai ver como está Andreia e sobe ao quarto da cunhada. Esta confessa que está sem ânimo e que não quer falar com ninguém. Apesar das divergências que tiveram, Andreia e Margarida acabam por se abraçar, tensas por poderem ter perdido Eduardo.

Tomás conversa com Lé e deseja começar a facturar com a escola de surf, senão não sabe como pagará a estadia no palacete. Lé assegura que ninguém irá embora da pensão por não ter dinheiro. Ele reconhece que Concha tem razão ao querer cobrar as despesas dos hóspedes. Lé insiste em opor-se á estratégia de gestão da filha mas ela e Tomás calam-se quando Concha chega. A filha nota mas fica indiferente e conta que Eduardo Aragão pode ter morrido no México. Tomás acusa o toque mas consegue disfarçar. Concha pede logo de rajada a Lé que a ajude a fazer a lista com a modalidade de que cada hóspede usufrui no hotel, para providenciarem as refeições necessárias e para ser mais fácil a facturação mensal. Lé protesta com o facto de a filha lhe estar a pedir semelhante coisa, quando acaba de lhe dar a notícia de uma morte. Concha afirma que uma coisa não tem a ver com outra.

Mariano suplica a Célia que o ajude no caso do avô, lembrando que o julgamento começa dentro de quinze dias. Célia reafirma que nem morta entra num tribunal, dizendo-lhe que arranje outra pessoa. Depois de ficar sozinho com Lé, Mariano confirma que não vai jantar por ter um encontro. Ela percebe que o livreiro se inscreveu no speed dating que Lúcia está a organizar no bar da praia.

Benedita tenta trabalhar mas não se consegue concentrar porque é assaltada pelas memórias de Eduardo e de bons momentos que viveu com ele. O telemóvel toca e Benedita coloca-o no silêncio ao ver que é Tomás que lhe está a ligar. Percebendo que o dia está perdido, Benedita arruma as suas coisas para sair.

Laura está já na morgue onde foi reconhecer o corpo do filho. Impaciente e depois de o embaixador fazer as apresentações da praxe, Laura pergunta desesperada ao médico legista se aquele é o corpo de Eduardo ou de outra pessoa qualquer.

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