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‘Dralion’, um espectáculo imponente, majestoso e arrojado.

Foi numa noite fria e chuvosa que o Meo Arena inaugurou, da maneira mais majestosa possível, mais um ano de espectáculos. A companhia canadiana Cirque du Soleil estreou em Lisboa, na primeira noite de 2014, o espectáculo ‘Dralion’, que estará em cena até dia 12 deste mês. Considerado um dos espectáculos mais rentáveis da companhia (já foi visto por mais de 7 milhões de pessoas em todo o mundo), ‘Dralion’ foi pela primeira vez foi pela primeira vez apresentado em 1999 no Canadá e esteve em cena durante vários anos, tendo sido retomado em 2010 nos Estados Unidos da América.  Em 2013, no Dubai, começou a digressão internacional adaptada a arenas, que agora passa por Lisboa. O Propagandista assistiu à estreia e conta-lhe o porquê do sucesso deste espectáculo.

Para quem nunca assistiu ao vivo ao espectáculo, Cirque du Soleil é tudo o que se espera: imponente, majestoso e arrojado. Cerca de cinquenta artistas apresentam-se em palco, entre bailarinos, ginastas, acrobatas, músicos, cantores e palhaços. ‘Dralion’ é uma junção de duas palavras e dá o mote para o espectáculo – é uma fusão do Dragão do Oriente e o Leão do Ocidente. A narrativa desenrola-se no palco circular através dos quatro elementos que regem a natureza – fogo, terra, ar e mar – numa busca incessante pelo equilíbrio entre o homem e o mundo natural.  Embora seja personificado, cada elemento é representado por sua própria cor de referência: o ar é azul; a água é verde; o fogo é vermelho; a terra é ocre. O espectáculo leva-nos numa viagem pelo mundo, homenageando a cultura milenar do Oriente e o seu encontro com o Ocidente.  No mundo de ‘Dralion’, as culturas fundem-se,  e o Homem e Natureza tornam-se num ser único, atingindo o equilíbrio. Em palco apresentam-se artistas de países tão diversos como o Japão, China, Ucrânia, Bielorussia, Rússia e Espanha. No palco sucedem-se apresentações impressionantes, onde os artistas exibem a sua arte em números arriscados, que muitas vezes desafiam as leis da gravidade e as limitações do corpo humano. Podemos assistir a acrobacias com arcos, cordas, fitas, saltos de trampolim, contorcionistas, jogos de diablo, artistas em pirâmide humana que ao mesmo tempo saltam à corda, bailarinos e claro, os animados palhaços, que entretém o público e animam a audiência, sempre num clima de grande proximidade com o espectador.

 Cirque du Soleil reinventa o conceito de circo a cada espectáculo e oferece ao espectador um show de cor, luz, movimento, acrobacias, risos, música e dança, num espectáculo vibrante  e multidisciplinar de 85 minutos.

A não perder, no Meo ARENA, de 1 a 12 de Janeiro, com sessões a 3 de Janeiro (21h30), 4 e 5 de Janeiro (18h00 e 21h30), 7 a 10 de Janeiro (21h30), 11 de Janeiro (18h00 e 21h30) e 12 de Janeiro (18h00).

Veja aqui fotos do espetáculo:

 

 

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