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«Swing Both Ways»: Robbie Williams recupera a sonoridade swing

Em 2011 com «Swing Both Ways» Robbie Williams conquistou sete vezes a marca de platina no Reino Unido, tendo consolidado a sua posição como cantor a solo. Em 2013, o cantor repetiu a fórmula com «Swing Both Ways». O Propagandista Social traz-lhe agora a crítica.

Robbie Williams é um verdadeiro entretainer, e com provas mais que dadas no mundo da música. Depois das mais recentes incursões pela pop, onde aliás o cantor já fez imenso sucesso, com «Take the Crown» e «Reality Killed the Video Star»,  Robbie volta a um estilo musical onde já foi muito feliz.

O álbum, conta com as participações especiais de Kelly Clarkson, Lily Allen, Rufus Wainwright, Michael Bublé e Olly Murs. Dos temas originais destacam-se o cómico “No-one Likes a Fat Pop Star” e o dueto com Wainwright  “Swing Both Ways” que dá nome ao álbum.

Destaque também para o poderoso e tocante “Snowblind” que Robbie mostra o seu lado mais intimista munido de uma sensibilidade particular. Com “Go Gentle” o cantor deixa uma bem-humorada carta de conselhos à filha de um ano, Theodora, onde canta “‘Now when you go dancing with young men at the disco / just keep it simple, you don’t have to kiss though”.

Também com este álbum foi feita uma aposta em covers de clássicos como “Minnie the Moocher” e “Puttin’ on the Ritz” com uma sonoridade interessante e que Williams interpreta de uma forma inteligente mostrando o seu carisma.

Em jeito de balanço, trata-se de um álbum bastante satisfatório. É manifestamente superior aos últimos trabalhos lançados por Robbie e cativa ao longo de temas que alternam entre o bem humorado e o mais emocional. Os duetos foram uma boa aposta e acrescentam valor ao trabalho. Oiça «Swing Both Ways» no Spotify:

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Estudante de Farmácia, amante das ciências e das artes. Gosto particular por entretenimento em diversas áreas: televisão, cinema, teatro, música.

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