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Estética e política “entre” as artes

Até 25 de Junho, “arte” é a palavra de ordem num ciclo de conferências organizado na Culturgest, em Lisboa, onde o que se pretende é um debate aberto sobre os aspetos estéticos e políticos da relação entre as várias artes.

Da literatura à música, passando pelas artes visuais, pelas artes performativas e pelo cinema, serão seis as sessões que reúnem investigadores, críticos, artistas e curadores no sentido de debater este intervalo do entre as várias artes em que se enleiam fenómenos de cruzamento, citação, montagem, tradução, entre outros e que refletem “o que move a arte no, e contra, o presente”, pode ler-se na descrição deste ciclo organizado por Elisabete Marques, Emília Pinto de Almeida, Filipe Pinto e João Pedro Cachopo.

A entrada é livre, basta que para o efeito se levante o bilhete de entrada na Culturgest, 30 minutos antes de cada sessão que decorre sempre às 18h30. A transmissão em direto poderá também ser uma hipótese que está disponível na página de internet da fundação.

AGENDA

9 de abril 
Considerações críticas sobre a noção de geo-estética
por José Bragança de Miranda
Pare, re-pare, repare melhor. O “reparar” enquanto tática e a “secalharidade” enquanto poética 
por João Fiadeiro e Fernanda Eugénio
Moderador: João Pedro Cachopo

16 de abril 
Artes e reparações do mundo 
por Silvina Rodrigues Lopes
A política da forma e as suas condições
por António Guerreiro
Moderadora: Mariana Pinto dos Santos

14 de maio 
Devagar, a poesia
por Rosa Maria Martelo
Estética e política: produção e reprodução históricas dos sentidos
por Manuel Gusmão
Moderadora: Emília Pinto de Almeida

28 de maio 
Arte, dispositivos e operações
por Teresa Cruz
Será possível uma crítica de arte que não utilize categorias clínicas? 
por Nuno Nabais
Moderador: Filipe Pinto

11 de junho 
Música da língua, língua da música 
por Mário Vieira de Carvalho
Políticas da interpretação no teatro de ópera 
por Paulo Ferreira de Castro
Moderador: Manuel Deniz Silva

25 de junho
As políticas da arte e a questão dos museus
por Luiz Camillo Osorio
Quão subversivas serão as manchas de verdura? 
por João Queiroz
Moderadora: Elisabete Marques

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Se o Jornalismo não se pode considerar uma ciência temos certamente de olhá-lo como uma arte. A arte de saber contar estórias e marcar a história. Estudante de Jornalismo (ESCS-IPL)

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