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Rita Ferro Rodrigues e Iva Domingos lançam “Maria Capaz”

Foi na passada quinta-feira, dia 18, que as apresentadoras de televisão decidiram embarcar na aventura e lançar “Maria Capaz“, um site que é um hino à mulher e que conta com a colaboração de dezenas de figuras conhecidas do grande público.

A par do que tem vindo a ser feito por muitas caras conhecidas da televisão, Rita Ferro Rodrigues, da SIC, e Iva Domingues, da TVI, decidiram que o papel da mulher na sociedade continua numa condição precária e, nesse sentido, acharam relevante a criação desta nova página onde temas como a desigualdade salarial, os obstáculos criados às mulheres para chegar a cargos de chefia ou os alarmantes números de violência doméstica são retratados e debatidos.

O nome da plataforma foi inspirado numa canção de Capicua, rapper portuguesa, e a esperança é a de que se torne um atrativo para o mercado publicitário e utilizar “Maria Capaz”como um networking de mulheres e ajudar as que precisam de apoio financeiro. Em entrevista ao Público a apresentadora das tardes de domingo da SIC revelou que este projeto não pretende defender um “feminismo por oposição, mas antes [lutar] pela certeza de que a igualdade de género tem que se conquistar e lutar todos os dias”. O objetivo, diz, é que se torne “uma enorme sala de exposições que discuta a situação feminina”.

maria capaz

Ainda que seja um tributo ao sexo feminino, os homens também não ficam de fora e prova disso é o primeiro texto que foi escrito pelo humorista e empresário José Diogo Quintela, responsável por “A Padaria Portuguesa” que se tornou o primeiro parceiro deste projeto, contribuindo financeiramente para os primeiros trabalhos audiovisuais como é o caso da entrevista a Catarina Furtado, apresentadora de televisão.

“Maria Capaz” começa com o contributo de mais de 80 mulheres, de várias profissões, desde fotógrafas, poetas, historiadoras, arquitetas, que criaram trabalhos com base na suas áreas. Da lista de contribuições constam nomes como Maria Elisa Domingues, Rita Marrafa de Carvalho, as atrizes Maria Rueff, Inês Castel-Branco, Jéssica Athaíde e a apresentadora de televisão Leonor Poeiras. O projeto conta ainda com as contribuições da pintora Ana Vidigal, da historiadora Irene Pimentel, da deputada do PS Isabel Moreira e da cantora Blaya.

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Se o Jornalismo não se pode considerar uma ciência temos certamente de olhá-lo como uma arte. A arte de saber contar estórias e marcar a história. Estudante de Jornalismo (ESCS-IPL)

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