Autarquia amplia recursos para prevenção e ataque a fogos rurais
O Município de Bragança oficializou a 7 de agosto de 2026 a aquisição de uma moderna máquina de rasto, num investimento de 541.446 euros (IVA incluído), financiado por fundos europeus. Esta compra faz parte de um plano mais amplo que visa reforçar os meios municipais destinados à prevenção e ao combate aos incêndios rurais, sobretudo numa área onde o território florestal e rural domina a paisagem.
A máquina de rasto, cuja aquisição foi justificada pela autarquia como essencial para operar em múltiplos cenários, será complementada por outros equipamentos e viaturas que integram a mesma operação. No total, o pacote de investimentos atinge os 932 mil euros e inclui a compra de quatro destroçadores, veículos para transporte de pessoal e de comando, e viaturas especializadas para o transporte da própria máquina de rasto.
- 541.446 euros — custo da máquina de rasto (IVA incluído).
- 932 mil euros — investimento global da operação.
- 4 destroçadores e várias viaturas de apoio.
Segundo a descrição técnica divulgada, a máquina é polivalente e adequada a trabalhos de limpeza e beneficiação de caminhos florestais, criação e gestão de faixas de gestão de combustível — medidas que retardam a propagação do fogo —, bem como ao rescaldo pós-incêndio, que é determinante para evitar reacendimentos.
Para a população e para quem explora o território (agricultores, proprietários florestais e técnicos da conservação), estas aquisições podem traduzir-se em respostas mais rápidas e melhor coordenação nas operações de prevenção e combate. A capacidade de abrir e manter caminhos florestais, bem como criar faixas de gestão de combustível, constitui uma ferramenta preventiva direta para reduzir o risco de grandes incêndios.
| Item | Valor / Quantidade |
|---|---|
| Máquina de rasto | 541.446 euros (IVA incluído) |
| Investimento global da operação | 932 mil euros |
| Destroçadores | 4 |
O financiamento integral por fundos europeus sublinha a aposta estratégica da Câmara Municipal na proteção do património natural e na mitigação de riscos. Para os serviços municipais de ambiente e proteção civil, a introdução destes meios representa um acréscimo operacional que poderá também reduzir a necessidade de recurso a meios externos em determinadas intervenções, bem como aumentar a prontidão local em períodos críticos.
Resta agora acompanhar a calendarização da receção dos equipamentos, a sua integração nas esquadras municipais e a formação dos operacionais que os manusearão. A eficácia destas novas capacidades dependerá também da articulação entre a autarquia, bombeiros voluntários e outros parceiros locais que intervêm na gestão e na resposta a incêndios no concelho de Bragança.