Viseu vai ser, nos dias 8 e 9 de agosto, o palco do 4.º Encontro de Dirigentes Associativos promovido pela Federação das Associações da Diáspora (FAD). O encontro realiza-se na Muy Nobre Confraria Grão Vasco, espaço institucional e cultural da cidade, e reúne responsáveis associativos de várias comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.
Segundo a organização, o objetivo central do encontro passa por fortalecer redes de cooperação, promover o diálogo entre dirigentes e refletir sobre o futuro do movimento associativo, com especial atenção à valorização da língua portuguesa, da cultura, da gastronomia e da inclusão das novas gerações.
Programa e prioridades
Ao longo de dois dias estão previstas sessões de partilha de experiências, debates sobre estratégias comuns e a apresentação das linhas de trabalho da nova direção da federação. Entre as novidades anunciadas figura a criação de uma rede de mandatários internacionais, destinada a representar a federação junto das associações nos diferentes países e a incentivar a sua adesão.
- Diálogo sobre o futuro do associativismo emigrante;
- Reforço de redes de cooperação entre associações;
- Apresentação de linhas de trabalho da nova direção da FAD;
- Criação de uma rede de mandatários internacionais para contacto com associações locais.
“a iniciativa pretende reforçar a capacidade de representação da federação e melhorar a articulação entre as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo”
O comentário foi proferido por Fernando Cabaço, presidente da direção da FAD e residente em Palma de Maiorca, na entrevista citada pela organização. A presença de dirigentes emigrantes em Viseu sublinha a aposta em tornar a cidade num ponto de encontro para a diáspora, aproveitando infraestruturas e espaços com vocação cultural.
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Datas | 8 e 9 de agosto |
| Local | Muy Nobre Confraria Grão Vasco, Viseu |
| Organização | Federação das Associações da Diáspora (FAD) |
Para os residentes em Viseu, a realização do encontro representa uma oportunidade de aproximação às comunidades da diáspora e de visibilidade para iniciativas culturais locais. A expectativa da organização é de uma forte adesão, que poderá traduzir-se em projetos comuns e maior articulação entre associações portuguesas no exterior e entidades locais.