A Escola de Condução Inês de Castro, situada no bairro de Santa Apolónia, em Coimbra, iniciou uma nova fase administrativa no dia 20 de julho. A gerência, que durante 27 anos esteve a cargo de Rosa Falcão e José Costa, passou agora para Tiago Frazão e Maria Soares.
Continuidade e mudanças na gestão
A transição representa uma alteração relevante para os frequentadores da escola e para os instrutores que ali trabalham. Os novos responsáveis salientaram o valor do trabalho realizado pela direção anterior e apontaram para a intenção de garantir estabilidade nos serviços prestados à comunidade.
Para os utentes — candidatos a carta de condução e condutores em formação — a alteração de gerência deverá traduzir-se sobretudo na manutenção das aulas práticas e teóricas, bem como na preservação dos horários e dos percursos de aprendizagem que a escola vinha oferecendo.
- Local: bairro de Santa Apolónia, Coimbra
- Data da mudança: 20 de julho
- Duração da gestão anterior: 27 anos
- Novos gerentes: Tiago Frazão e Maria Soares
Os responsáveis anteriores, que lideraram a escola durante quase três décadas, deixaram uma marca reconhecida pela comunidade local. Essa base é agora assumida pelos novos gestores, que têm pela frente a missão de conciliar a herança de experiência com as expectativas dos formandos e as exigências atuais da formação rodoviária.
| Período | Gerência |
|---|---|
| Antes (27 anos) | Rosa Falcão e José Costa |
| Desde 20 de julho | Tiago Frazão e Maria Soares |
Para a população de Santa Apolónia e restante cidade, a continuidade de uma escola com longa presença local é relevante. Além da componente formativa, estas escolas contribuem para a mobilidade e para a economia de proximidade, ao manterem relações com oficinas, instrutores e outros serviços associados à preparação para a condução.
Quem frequenta a escola ou procura informação sobre cursos e horários deverá contactar diretamente a direção para esclarecer eventuais alterações práticas resultantes da mudança de gerência. A administração recente sublinhou o propósito de garantir que o serviço prestado aos formandos não sofra perturbações significativas durante o período de transição.