Formação local visa traduzir ciência em prática educativa
No dia 21 de julho, pelas 15h00, o Museu Municipal de Olhão será palco de uma nova edição da ação de curta duração destinada a docentes intitulada "Alterações climáticas – do conhecimento à ação". A iniciativa integra as atividades de cogestão do Parque Natural da Ria Formosa e pretende aproximar conceitos científicos do contexto escolar e comunitário.
A sessão procura transmitir aos professores conceitos relativos às alterações climáticas em escalas global e local, salientando o papel específico da Ria Formosa enquanto território vulnerável e recurso a preservar. Para além da componente informativa, a ação enfatiza a necessidade de motivar os docentes para que promovam a discussão e a ação climática entre alunos e na comunidade escolar, dentro e fora do contexto de aula.
"Alterações climáticas – do conhecimento à ação"
As inscrições para esta edição estão abertas até 14 de julho e podem ser efetuadas através da página do Centro de Formação Ria Formosa: https://www.cffaro.pt/formacao/turma/828/detalhe/. A organização é conjunta do Município de Olhão, da AMAL e do Centro de Formação Ria Formosa, numa ação enquadrada pelas responsabilidades de gestão do Parque Natural.
- Data: 21 de julho
- Hora: 15h00
- Local: Museu Municipal de Olhão
- Inscrições: até 14 de julho (link acima)
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Destinatários | Docentes |
| Temática | Alterações climáticas e ação educativa; papel da Ria Formosa |
| Promoção | Município de Olhão, AMAL, Centro de Formação Ria Formosa |
Para a comunidade de Olhão, esta iniciativa representa uma oportunidade prática de reforçar a literacia climática nas escolas e de articular intervenções locais com medidas mais vastas de conservação e adaptação. Professores formados poderão desenvolver projetos pedagógicos que envolvam alunos em ações de monitorização, sensibilização e proteção da Ria Formosa — elementos que têm impacto direto na proteção do território e na sustentabilidade das atividades económicas dependentes do ecossistema.
A formação surge num momento em que a sensibilização para as alterações climáticas assume caráter prioritário nas políticas locais e regionais, nomeadamente pela exposição costeira e pelos desafios ligados à preservação de habitats marinhos e lagunares. A participação dos docentes é, por isso, um componente chave para transferir conhecimento científico para práticas educativas e comunitárias que favoreçam a resiliência do território.