Queda de aeronave no aeródromo de Portimão
Uma aeronave caiu este sábado no aeródromo de Portimão, dentro do perímetro da infraestrutura, tendo provocado a morte do piloto. O alerta foi recebido pelas 9h50, segundo uma das fontes oficiais, e no local actuaram meios dos bombeiros, do INEM e da GNR.
Fontes das autoridades aeronáuticas indicaram que a operação decorria no âmbito de trabalho aéreo: a aeronave estava a recolher uma manga publicitária quando caiu. Um responsável dos bombeiros locais descreveu que a aeronave rodopiou sobre si própria antes de embater na pista.
"O GPIAAF confirma que foi notificado e a sua equipa de aviação civil está a caminho do local para recolha de evidências"
O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) foi notificado e enviou técnicos para proceder à recolha de vestígios e ao início das diligências para apurar as causas do sinistro. A investigação é agora conduzida pelos peritos desse gabinete, que terão de avaliar fatores técnicos, meteorológicos e operacionais que possam ter contribuído para a queda.
- Local: perímetro do aeródromo de Portimão
- Alerta: 09h50 (fonte oficial)
- Operação em curso: recolha de manga publicitária
Fontes locais confirmaram que o piloto tinha 28 anos e que faleceu no local. A Proteção Civil informou que estavam no terreno 20 operacionais, apoiados por 8 viaturas, para além dos meios do INEM e da GNR mencionados noutras comunicações. Não há indicação de danos fora do recinto do aeródromo.
| Elemento | Descrição |
|---|---|
| Horário do alerta | 09h50 (fonte oficial) |
| Meios presentes | Bombeiros, INEM, GNR; Proteção Civil com 20 operacionais e 8 viaturas |
| Natureza da operação | Recolha de manga publicitária |
| Investigação | GPIAAF em deslocação para recolha de evidências |
Para os habitantes de Portimão, o acidente levanta questões sobre a segurança das operações aéreas realizadas a partir do aeródromo e sobre os procedimentos de trabalho em tarefas de publicidade aérea. As autoridades competentes terão de clarificar, quando possível, se fatores humanos, mecânicos ou ambientais estiveram na origem do desastre.
A memória do piloto e o impacto desta ocorrência foram sentidos pela comunidade local e pelos serviços de emergência que estiveram na primeira intervenção. A investigação do GPIAAF é determinante para estabelecer responsabilidades e, se for caso disso, propor medidas que minimizem o risco de novos incidentes.