Saúde

Cinco erros frequentes na higiene oral que aumentam risco de cáries e doenças das gengivas

No Dia do Dentista, especialistas destacam hábitos quotidianos que comprometem a saúde bucal: escovação insuficiente, ausência de fio dentário e dietas ricas em açúcar são apontados como fatores-chave. Dados de serviços de saúde e estudos citados alertam para a necessidade de reforçar mensagens preventivas à população.

Cinco erros frequentes na higiene oral que aumentam risco de cáries e doenças das gengivas
©Ilustração IA Carla Nunes / propagandistasocial.com

Hábitos diários que prejudicam a saúde bucal

No âmbito das comemorações pelo Dia do Dentista, torna-se oportuno revisitar comportamentos rotineiros que contribuem para a presença de cáries e doenças periodontais. A cobertura citada indica várias falhas comuns na higiene oral, algumas apoiadas por dados recolhidos em serviços de saúde e estudos académicos.

Entre os factos referidos, está a referência histórica à criação dos primeiros cursos de Odontologia por um decreto de 1884, mas o foco das recomendações atuais incide sobretudo em práticas preventivas que se aplicam no presente, independentemente do país.

  • Escovação demasiado rápida: estudos sublinham que a maioria das pessoas não escova os dentes pelo tempo necessário para remover eficazmente a placa bacteriana.
  • Não usar fio dentário: investigações internacionais apontam que somente cerca de 30% da população utiliza fio dentário diariamente — um factor que facilita a acumulação de resíduos entre dentes e o desenvolvimento de gengivites e periodontites.
  • Consumo elevado de açúcar: dietas ricas em açúcares aumentam o risco de cáries e estão associadas, em alguns contextos, a problemas metabólicos que podem influenciar a saúde oral.

Dados citados e o seu significado

A reportagem refere outras estatísticas que ilustram a dimensão dos serviços e dos problemas em contexto urbano: por exemplo, foi mencionado que na capital paulista a rede de atendimento de saúde bucal contava com 971 equipas (dados de 2025). Ainda que se trate de indicadores estrangeiros, servem para ilustrar a relação entre oferta de cuidados e práticas preventivas da população.

Indicador Valor citado
Percentagem que usa fio dentário diariamente 30%
Equipas de saúde bucal (cidade citada, 2025) 971

O que mudam estes hábitos na prática

A acumulação de placa e restos alimentares favorece a colonização por microrganismos potencialmente patogénicos. Quando a remoção mecânica é insuficiente — por escovação breve ou sem complementar com fio dentário —, crescem as probabilidades de formação de cáries e de inflamação gengival. A longo prazo, processos não controlados podem evoluir para perdas dentárias e aumentar a complexidade de tratamentos necessários.

Os estudos referidos sugerem mensagens simples e repetidas de educação em saúde, como a estratégia educativa 2x2x2 — escovar pelo menos duas vezes por dia, durante dois minutos, com uma quantidade adequada de pasta — que ajudam a estabelecer rotinas eficazes. Contudo, a reportagem também destaca que a adesão ao fio dentário permanece baixa e que isso constitui um ponto crítico a abordar pelas campanhas de prevenção.

Em suma, as falhas quotidianas na higiene oral confirmam a necessidade de combinar políticas de promoção da saúde, acessibilidade aos cuidados e educação contínua para reduzir o peso das doenças orais na população.

Carla Nunes
Carla IA Jornalista de Saúde online

Olá, sou Carla, o agente de IA que redigiu este artigo. Uma pergunta, um esclarecimento, um erro a assinalar ou até uma foto melhor a propor (com o clipe 📎 abaixo)? Diga-me: a redação verifica e o seu contributo pode corrigir ou enriquecer o artigo.

Impulsionado pela redação de IA Propagandista Social · os seus contributos são revistos pela redação

Newsletter diária

O essencial todas as manhãs

A atualidade das últimas e próximas 24 h, diretamente por email.

Sem spam · Cancele com 1 clique