Um incidente ocorrido na Praia do Rebolim, em Coimbra, deixou um menino de 8 anos em estado crítico depois de ter permanecido mais de 20 minutos submerso, segundo informação conhecida esta segunda‑feira. O episódio teve lugar numa zona não vigiada e envolveu duas crianças: uma conseguiu sair da água por meios próprios; a outra acabou por ser retida debaixo de água pelas correntes.
O alerta foi dado cerca das 14:00 e os meios operacionais chegaram ao local às 14:04. As equipas iniciaram de imediato buscas subaquáticas que duraram aproximadamente 20 minutos, até que a criança foi localizada. No local, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) procedeu às manobras de reanimação antes do transporte para o Hospital Pediátrico de Coimbra.
Intervenção e apoio
Nas operações estiveram mobilizados cerca de 30 operacionais, entre bombeiros e equipas médicas. Como os pais da vítima se encontram fora do país, familiares estão a receber acompanhamento psicológico especializado. O sucedido sublinha as vulnerabilidades associadas a zonas de banho sem vigilância e levanta questões sobre prevenção e sinalização.
- Local: Praia do Rebolim (zona não vigiada)
- Horário do alerta: ~14:00
- Chegada dos meios: 14:04
- Duração das buscas: ~20 minutos
- Destino hospitalar: Hospital Pediátrico de Coimbra
Para além do relato do resgate, o caso coloca questões práticas para os habitantes e veraneantes: atenção aos locais de banho sem nadadores salvadores, supervisão constante de menores e respeito pelas sinalizações e correntes locais. As autoridades locais e os serviços de proteção civil têm rotinas de atuação em situação de afogamento, mas a prevenção individual e coletiva continua a ser determinante.
| Evento | Hora aproximada |
|---|---|
| Alerta dado | 14:00 |
| Chegada dos meios operacionais | 14:04 |
| Duração das buscas subaquáticas | ~20 minutos |
| Transporte hospitalar | Após manobras de reanimação no local |
As informações divulgadas pelas fontes apontam para uma resposta rápida dos serviços de emergência, mas não revelam atualmente evolução clínica posterior à transferência para o hospital. As autoridades locais foram informadas e o acompanhamento psicológico aos familiares foi activado face à ausência dos pais no território nacional.
Este caso recorda a importância de medidas preventivas em rios e praias fluviais: conhecer as características do local, evitar zonas não vigiadas com crianças, e, sempre que possível, optar por áreas com vigilância e equipamentos de salvamento.