Medida vai estrear-se no currículo em 2026/27
Os chamados desportos de disco vão passar a fazer parte do programa das escolas portuguesas a partir do ano letivo de 2026/27. A concretização desta alteração curricular é, segundo a informação disponível, fruto do esforço académico e de divulgação levado a cabo por um investigador ligado ao Politécnico de Leiria, instituição que transitará para a futura Universidade de Leiria e Oeste.
O docente responsável por este trabalho é José Amoroso, investigador e professor na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Politécnico de Leiria. O seu percurso e a sua intervenção foram apontados como determinantes para que a disciplina encontre espaço no currículo escolar nacional.
Para a comunidade escolar e para os clubes desportivos locais, a inclusão formal destes desportos no programa representa uma oportunidade para promover modalidades emergentes, estabelecer percursos de formação mais estruturados e alargar a oferta extracurricular nas escolas do distrito.
- Integração nos currículos: ano letivo 2026/27;
- Principal impulsionador identificado: José Amoroso, do Politécnico de Leiria;
- Impactos previstos: maior visibilidade e organização das modalidades a nível escolar.
É expectável que, com a inclusão curricular, surjam necessidades práticas nas escolas: formação de professores, aquisição de materiais específicos e adequação de espaços para a prática. Essas adaptações implicam coordenação entre direções de escola, agrupamentos, associações desportivas locais e as próprias autarquias que apoiam instalações e logística.
| Elemento | Situação |
|---|---|
| Ano de entrada no currículo | 2026/27 |
| Instituição associada ao investigador | Politécnico de Leiria |
| Unidade académica | Escola Superior de Educação e Ciências Sociais |
Do ponto de vista prático, as escolas que queiram implementar estas disciplinas terão de planear a integração nos horários e no projeto educativo, assim como assegurar a qualificação dos docentes encarregados da instrução. A articulação com clubes e federações pode facilitar a formação de professores e o empréstimo ou aquisição de equipamentos.
Esta decisão também pode influenciar a oferta formativa das instituições de ensino superior e profissional da região, abrindo caminho a unidades curriculares e projetos de investigação que consolidem o ensino e a prática dos desportos de disco. Para os alunos, trata-se de uma oportunidade para diversificar experiências desportivas e adquirir novas competências motoras e de trabalho coletivo.
Os próximos meses deverão trazer orientações oficiais sobre a implementação, obrigatoriedade e os programas curriculares concretos. Até lá, as escolas e os agentes locais dispõem de tempo para preparar a transição e identificar necessidades materiais e de formação.