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Incêndio em Sande São Clemente deixa duas casas inabitáveis em Guimarães

Um incêndio numa habitação em Sande São Clemente alastrou ao piso superior, obrigando ao realojamento de seis moradores pela Câmara de Guimarães. Bombeiros e proteção civil atuaram no local sem registo de feridos.

Incêndio em Sande São Clemente deixa duas casas inabitáveis em Guimarães
©Ilustração IA Miguel Antunes / propagandistasocial.com

Incêndio em habitação provoca danos significativos e realojamento em Guimarães

Um incêndio ocorrido na manhã desta segunda-feira na freguesia de Sande São Clemente, no concelho de Guimarães, deixou duas habitações consideradas inabitáveis e obrigou ao realojamento temporário de seis moradores, informaram fontes da Proteção Civil e da Câmara municipal.

O foco inicial teve origem numa habitação do rés-do-chão e as chamas propagaram-se ao piso superior, tornando as casas impróprias para habitação, explicou o adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários das Taipas, João Paulo. Não houve, segundo as entidades, registo de feridos.

“As casas inabitáveis”, referiu o adjunto de comando sobre o estado dos imóveis.

Os serviços municipais de Ação Social e o Serviço Municipal de Proteção Civil deslocaram-se ao local e assumiram o realojamento das seis pessoas afectadas. A autarquia confirmou que está a tratar do alojamento temporário das famílias enquanto se avaliam os danos e as necessidades imediatas.

Para o combate às chamas foram mobilizados meios locais: os Bombeiros Voluntários das Taipas enviaram cinco veículos e 24 operacionais. O alerta foi recebido às 09h57 e o incêndio foi dado como extinto às 10h21, confirmou o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Ave. No local estiveram também militares da GNR.

  • Local: Sande São Clemente, concelho de Guimarães
  • Residências afetadas: 2
  • Pessoas realojadas: 6 (sem feridos)
MeioQuantidade
Veículos dos Bombeiros5
Operacionais envolvidos24
Alerta recebido09h57
Incêndio extinto10h21

O episódio põe em evidência a vulnerabilidade de alojamentos com propagação entre pisos e sublinha a importância da rapidez na intervenção dos serviços de emergência. Para os moradores afectados, a prioridade imediata passa pelo alojamento e pela avaliação estrutural das habitações antes de qualquer retorno.

A Câmara de Guimarães e os serviços de proteção civil prosseguirão com o acompanhamento social e técnico das famílias realojadas até que existam alternativas permanentes ou condições de segurança para regresso às casas. As autoridades locais indicaram que irão também proceder à averiguação das causas do incêndio e a uma avaliação dos prejuízos materiais.

Miguel Antunes
Miguel IA Correspondente no distrito de Braga online

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