Pickford ultrapassa Shilton e England avança às meias‑finais
O guarda‑redes da seleção inglesa, Jordan Pickford, tornou‑se no jogador com mais presenças inglesas em fases finais de Campeonato do Mundo ao disputar o seu 18.º jogo, na partida que colocou a Inglaterra nas meias‑finais do Mundial-2026. A equipa dos Três Leões derrotou a Noruega por 2-1 após prolongamento, em Miami Gardens, a 11 de julho, com um bis de Jude Bellingham a inverter a desvantagem inicial.
Pickford, titular em todos os jogos de Inglaterra nesta edição e já presente em três Mundiais, entrou para os registos históricos ao ultrapassar o anterior máximo de 17 jogos detido por Peter Shilton desde Itália-1990. Na mesma lista de presenças, Harry Kane igualou agora as 17 partidas, enquanto John Stones soma 16 e Marcus Rashford totaliza 15.
O encontro em Miami ficou marcado por um grande golo de Andreas Schjelderup, que colocou a Noruega em vantagem. A resposta inglesa veio através de Bellingham, que apontou dois golos e catapultou a seleção para um confronto nas meias‑finais com a Argentina.
- Pickford: 18 jogos em Mundiais (novo recorde inglês)
- Peter Shilton: 17 jogos (recorde até 2026)
- Harry Kane: 17 jogos e líder goleador inglês em Mundiais com 14 golos
Além do registo de presenças, a prova também tem trazido números relevantes no plano goleador: Harry Kane é o melhor marcador histórico da Inglaterra em Mundiais com 14 golos e Jude Bellingham soma agora 7 tentos nesta competição, depois de ter marcado seis no decorrer deste verão — dados que reforçam o papel de ambos na campanha inglesa.
| Jogador | Presenças em Mundiais | Golos em Mundiais |
|---|---|---|
| Jordan Pickford | 18 | — |
| Peter Shilton | 17 | — |
| Harry Kane | 17 | 14 |
| John Stones | 16 | — |
| Marcus Rashford | 15 | — |
| Jude Bellingham | — | 7 |
Para os adeptos e observadores no distrito da Guarda, o feito de Pickford constitui um marco que reforça a projeção internacional de jogadores envolvidos regularmente nos grandes palcos do futebol. A presença de atletas com maior experiência em Mundiais tende a ser vista como factor de estabilidade e liderança em fases finais, aspetos valorizados por clubes e seleções locais quando se analisam percursos e formação.
O próximo desafio para a Inglaterra será frente à Argentina, encontro que decidirá quem seguirá para a final do torneio. A vitória sobre a Noruega deixa, porém, registos estatísticos significativos e renovados debates sobre o lugar de jogadores veteranos e a contribuição dos mais jovens em equipas de alto rendimento.