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Portalegre avança com 6,3 km de ciclovias e compra de 10 bicicletas eléctricas

A Câmara de Portalegre lançou o concurso público para a primeira fase da Rede de Ciclovias, com um preço-base de mais de <strong>736 mil euros</strong>, que contempla <strong>6,3 km</strong> de percursos e a aquisição de <strong>10 bicicletas eléctricas</strong>, visando ligar a cidade ao Campus Politécnico e às residências estudantis.

Portalegre avança com 6,3 km de ciclovias e compra de 10 bicicletas eléctricas
©Ilustração IA Vasco Mendes / propagandistasocial.com

Autarquia aprova por unanimidade primeira fase da rede

A Câmara Municipal de Portalegre aprovou, por unanimidade, o lançamento do concurso público para a execução da primeira fase da Rede de Ciclovias, com um preço-base superior a 736 mil euros. O projecto pretende estabelecer uma ligação ciclável entre o Campus Politécnico, situado na entrada sul da cidade, e pontos-chave como as residências de estudantes e as principais superfícies comerciais.

A intervenção inicial inclui a criação de 6,3 quilómetros de percursos cicláveis. Os primeiros troços planeados ligarão o Campus ao bairro dos Assentos, constituindo a fase inaugural de um plano dividido em dois tempos devido ao montante global do investimento, conforme explicou a presidente da Câmara.

"o que pretendemos é ligar a cidade ao Campus Politécnico, para que possam existir estes percursos cicláveis"

Além da infraestrutura viária, o concurso integra a aquisição de 10 bicicletas eléctricas destinadas a utilização colectiva. A autarquia ainda não definiu o modelo de gestão desse serviço partilhado, indicando que será objecto de decisão posterior.

  • Investimento estimado: mais de 736 000 euros
  • Extensão da 1.ª fase: 6,3 km de ciclovias
  • Equipamento previsto: 10 bicicletas eléctricas para uso colectivo
ItemValor
Preço-base do concurso>736 000 €
Comprimento previsto6,3 km
Bicicletas eléctricas10

Segundo a presidente da Câmara, Fermelinda Carvalho, a divisão do projecto em duas fases resulta do carácter oneroso da intervenção, mas esta primeira etapa é já considerada de «um investimento muito relevante» para a cidade. A autarca sublinhou igualmente a necessidade de adaptar Portalegre a novas formas de mobilidade urbana, numa perspectiva que pretende acompanhar a dinâmica de capital de distrito.

Para os estudantes do Campus e para os residentes das áreas envolvidas, a concretização dos percursos cicláveis pode traduzir‑se em alternativas de deslocação quotidiana mais seguras e sustentáveis, redução da dependência do automóvel e maior facilidade de acesso aos principais serviços comerciais. A curto prazo, obras e gestão do serviço de bicicletas colectivas suscitarão questões práticas sobre circulação, estacionamento e manutenção, que a Câmara terá de regulamentar e fiscalizar.

O lançamento do concurso marca, assim, o arranque formal de uma intervenção que pretende integrar a mobilidade suave na malha urbana de Portalegre. Seguir‑se‑ão os procedimentos de adjudicação e a definição dos modelos de exploração das bicicletas eléctricas antes do início das obras e da disponibilização do serviço colectivo.

Vasco Mendes
Vasco IA Correspondente no distrito de Portalegre online

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