Obra arrancou para ampliar oferta desportiva e espaços públicos
A Câmara Municipal de Portimão deu início às obras de construção de um novo pavilhão desportivo na Quinta do Amparo e à requalificação integral da sua área envolvente. O projeto, integralmente suportado por verbas municipais, representa um investimento de 5.652.511,56 euros e pretende modernizar um equipamento que a autarquia considera já desadequado face às necessidades atuais.
Segundo o respetivo projeto, o edifício vai incluir um recinto de jogo polivalente, salas de apoio à prática desportiva, balneários e gabinetes técnicos, além de uma bancada com capacidade para 500 espetadores sentados. A intervenção contempla também a completa renovação do jardim circundante, com novos percursos acessíveis, rampas, escadas e áreas verdes, e a criação de um parque de estacionamento com 55 lugares.
- Investimento municipal integral: 5.652.511,56€
- Capacidade da bancada: 500 lugares sentados
- Estacionamento previsto: 55 lugares
- Prazo de execução: 540 dias
O concurso foi adjudicado à empresa Ferreira – Construção, S.A., e os trabalhos encontram-se na fase inicial, com a instalação do estaleiro e a preparação do terreno. A autarquia aponta o crescimento demográfico naquela área da cidade como a principal razão para avançar com a operação, que visa reforçar as respostas públicas em termos de desporto, lazer e convívio comunitário.
Para os moradores da Quinta do Amparo e das zonas vizinhas, a obra traduz-se numa promessa de melhores condições para a prática desportiva organizada e informal, bem como em espaços públicos renovados para uso diário. A presença de um pavilhão multifuncional deverá também permitir a realização de competições e eventos locais que, atualmente, carecem de infraestruturas adequadas.
| Item | Valor / Descrição |
|---|---|
| Investimento | 5.652.511,56€ |
| Capacidade da bancada | 500 lugares |
| Estacionamento | 55 lugares |
| Prazo de execução | 540 dias |
| Empreiteiro | Ferreira – Construção, S.A. |
A calendarização anunciada aponta para um horizonte de execução de cerca de um ano e meio. Durante esse período, espera-se impacto localizado no trânsito e na disponibilidade de estacionamento enquanto decorrem as obras. A autarquia terá de gerir a convivência entre a atividade do estaleiro e a utilização pública dos espaços adjacentes, bem como comunicar prazos e condicionamentos aos residentes e às associações desportivas que utilizam atualmente o equipamento existente.