Mandato prolongado para projeto estratégico
O Conselho de Escola da Coimbra Business School | ISCAC reelegeu hoje Alexandre Gomes da Silva para um segundo mandato de quatro anos. A escolha foi tomada no âmbito das competências estatutárias daquele órgão, que tem a responsabilidade de organizar o processo eleitoral e designar o Presidente da Escola.
Na prática, a recondução traduz a aposta na continuidade do projeto atualmente em curso, cujo foco declarado passa pela valorização de pessoas, inovação pedagógica, reforço da investigação, internacionalização e um relacionamento mais estreito com as empresas e com o território.
O que muda — e o que se mantém
O novo mandato deverá manter as linhas estratégicas que nortearam os últimos quatro anos, consolidadas sob a designação «Da Vanguarda Conquistada à Vanguarda Sustentada»:
«Da Vanguarda Conquistada à Vanguarda Sustentada»
- Reforço das práticas de ensino e formação;
- Maior ligação às empresas locais e regionais;
- Investimento em investigação e internacionalização.
Os efeitos esperados para Coimbra residem sobretudo no fortalecimento da oferta formativa e na capacidade da escola para atrair projetos e parcerias com entidades regionais, fatores que podem ter reflexos directos no mercado de trabalho e na economia local.
Tomada de posse e composição institucional
A cerimónia de tomada de posse está marcada para a próxima sexta-feira, 17 de julho, às 15:00, no Auditório Marques de Almeida. A sessão será presidida pela Presidente do Politécnico de Coimbra, Cândida Malça. Na mesma ocasião serão empossados os vice-presidentes que integrarão a equipa de direção para o período 2026‑2030.
| Órgão | Composição relevante |
|---|---|
| Conselho de Escola | 9 professores; 4 estudantes; 2 trabalhadores não docentes |
A representação variada do Conselho de Escola confere legitimidade ao processo eleitoral e reflete a participação da comunidade académica nas decisões que influenciam a escola.
Para os estudantes e trabalhadores do ISCAC, a recondução implica previsibilidade nas políticas internas e nos programas anunciados, ao passo que as empresas e parceiros da região podem antecipar a continuidade de linhas de colaboração já em curso. A escola pretende, segundo a direção reconduzida, consolidar-se como referência nacional e internacional, contribuindo para o desenvolvimento económico e social da Região Centro.
Do ponto de vista local, a manutenção da linha estratégica significa que muitos dos projetos de colaboração com atores de Coimbra e do distrito deverão prosseguir, incluindo iniciativas de formação ajustada às necessidades do mercado de trabalho regional.