O interesse da AS Roma em Rodrigo Mora traduziu-se numa nova proposta que combina um empréstimo com uma cláusula de compra obrigatória, segundo apurou a redação. A oferta contempla um pagamento inicial de 5 M€ pela cedência e a assunção integral do salário do jogador, ficando a transferência definitiva dependente do cumprimento de objetivos desportivos.
Proposta e moldes financeiros
Depois de uma proposta inicial de 25 M€ ter sido recusada pelo FC Porto, a Roma entrou em negociações por via do empréstimo. O acordo procurado pelos italianos incluiria uma cláusula de compra obrigatória por valores situados entre 35 M€ e 40 M€, condicionada a metas como a conquista do título de campeão de Itália.
| Item | Valor / Condição |
|---|---|
| Pagamento imediato | 5 M€ |
| Cláusula de compra obrigatória | 35–40 M€ (mediante objetivos) |
| Estado salarial | Roma assume totalidade do salário |
Fontes de mercado como Di Marzio e Fabrizio Romano também relataram contactos oficiais por parte do clube romano. A presença de um observador da Roma no Estádio do Dragão, durante o encontro recente do FC Porto, reforça a seriedade da abordagem.
Implicações para o FC Porto e para o jogador
- A SAD do FC Porto terá de avaliar se aceita um empréstimo com pagamento imediato inferior ao valor pedido em permanência e dependendo de condições futuras.
- O negócio pode permitir ao clube cashflow imediato de 5 M€ e a potencial realização de um encaixe mais elevado se os objetivos forem alcançados.
- O futuro desportivo de Rodrigo Mora pode ficar condicionado a metas exteriores, nomeadamente ao desempenho colectivo da Roma.
Adicionalmente, foi noticiado por Nicolò Schira que o jogador terá já acordado os termos pessoais com a Roma para um contrato válido até 2031, informação que, caso confirmada, aproxima as partes do fecho do processo.
O mercado turco também aparece como alternativa: o Galatasaray entrou na corrida pelo avançado, o que acrescenta pressão à SAD portista na tomada de decisão. Em síntese, caberá agora ao FC Porto definir se prefere uma venda direta, manter o jogador ou aceitar um empréstimo com condicionantes financeiras e desportivas.
Para os adeptos e para a gestão do plantel, a resolução deste dossier terá consequências imediatas na composição do ataque e nas contas do clube antes do fecho da janela de transferências.