Fiscalização apanha grupo a caçar em zonas proibidas
O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do comando territorial do Porto deteve no passado domingo, em Matosinhos, seis indivíduos por suspeita de exercício ilegal da caça em terrenos onde a atividade cinegética não é permitida. Os detidos têm idades compreendidas entre os 26 e os 62 anos.
A ação decorreu no âmbito de uma operação de fiscalização ambiental e terminou com a intercetação imediata dos suspeitos pelos militares, segundo informou a GNR. No local foram apreendidas seis armas de caça (calibre 12), assim como dezenas de munições do mesmo calibre, bem como documentação pessoal e de armamento relacionada com a prática venatória.
- Detidos em flagrante: 6 indivíduos (idades entre 26 e 62 anos).
- Material apreendido: 6 armas de caça (calibre 12), cartas de caçador e livretes de manifesto de arma, além de dezenas de munições.
- Autoridade interveniente: SEPNA do Comando Territorial do Porto.
Os factos foram encaminhados para os Departamentos de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Maia e de Vila do Conde, e os suspeitos foram constituídos arguidos. Posteriormente, os detidos foram notificados para comparecerem perante as respetivas instâncias judiciais, conforme procedimentalmente exigido.
| Item | Quantidade |
|---|---|
| Detidos | 6 |
| Armas apreendidas (calibre) | 6 (12) |
| Munições | Dezenas |
Para os moradores de Matosinhos, a operação evidencia uma atuação policial ativa em matéria ambiental e uma resposta célere a denúncias ou indícios de atividade ilegal em áreas de proteção. A apreensão do material e a constituição de arguidos poderão também servir de fator dissuasor, mas abrem ainda processos judiciais que deverão clarificar as circunstâncias e eventuais responsabilidades penais e administrativas.
Continuar a vigilância e a fiscalização nestas zonas é, segundo especialistas em gestão territorial, determinante para a preservação dos espaços não cinegéticos e para a minimização de riscos para pessoas e bens. As instâncias judiciais encarregues do processo terão agora de avaliar as provas e instruir os processos remetidos pelos DIAP da Maia e de Vila do Conde.