Três bens patrimoniais de Trás‑os‑Montes asseguraram presença na meia‑final nacional das Novas 7 Maravilhas de Portugal. Entre eles está a Casa de Mateus, em Vila Real, que segue para a próxima fase da iniciativa após ter sido apurada na Final Regional Norte. Os outros dois representantes da região são o Picote – Moderno Escondido, em Miranda do Douro, e o Santuário de Nossa Senhora da Graça, em Mondim de Basto.
O que garantiu o apuramento
Cada um dos três patrimónios foi selecionado em categorias distintas. O Picote passou na categoria dedicada ao Século XX, destacando‑se pelo seu papel no desenvolvimento hidroelétrico e pelo conjunto arquitetónico associado. O Santuário de Nossa Senhora da Graça, localizado no Monte Farinha, seguiu na categoria Religião, enquanto a Casa de Mateus representou a região na categoria Turismo. Estes resultados provêm das fases regionais que antecedem agora a meia‑final nacional.
Impacto local e expectativas
Para Vila Real, o avanço da Casa de Mateus representa uma oportunidade de promoção turística e cultural. A inclusão numa fase avançada da iniciativa nacional tende a aumentar a visibilidade do monumento e dos jardins que o compõem, podendo atrair mais visitantes e dinamizar serviços locais dependentes do fluxo turístico. Em Miranda do Douro e Mondim de Basto, a continuidade do Picote e do Santuário na competição reforça a projeção de marcos patrimoniais menos conhecidos fora da região.
- Promoção turística: maior exposição mediática para os três sítios.
- Economia local: potencial aumento de visitantes e procura por serviços.
- Valorização patrimonial: reforço da consciência pública sobre o património regional.
Dados em foco
| Sítio | Concelho | Categoria |
|---|---|---|
| Picote – Moderno Escondido | Miranda do Douro | Século XX |
| Santuário de Nossa Senhora da Graça | Mondim de Basto | Religião |
| Casa de Mateus | Vila Real | Turismo |
Os próximos passos passam pela participação destes três patrimónios na meia‑final nacional, onde disputarão um lugar na Grande Final das Novas 7 Maravilhas de Portugal. Para os responsáveis locais e operadores turísticos, a recomendação é acompanhar as comunicações oficiais da organização e preparar estratégias de receção e divulgação caso avanceo interesse público e mediático se intensifique.
Para os residentes dos concelhos envolvidos, trata‑se de uma oportunidade para reforçar o orgulho local em marcos históricos e religiosos e para envolver comunidades na promoção e conservação desses bens.