Fogo em povoamento florestal entre Netos e Lagares
Um incêndio que deflagrou na tarde de sábado entre as localidades de Netos e Lagares, na freguesia de Almagreira, no concelho de Pombal, consumiu cerca de 24 hectares de área florestal, segundo fonte da Proteção Civil citada pelo Diário de Leiria.
O alerta para a ocorrência foi dado às 15h52 e no terreno chegaram a estar empenhados um elevado número de meios. No combate às chamas participaram, em vários momentos, 147 operacionais, apoiados por 39 veículos e por cinco meios aéreos. Ao início da noite a situação entrou em fase de resolução, permitindo a desmobilização da maioria dos recursos.
- Área ardida: cerca de 24 hectares (povoamento florestal).
- Meios humanos e materiais: 147 operacionais, 39 veículos e 5 meios aéreos.
- Impacto humano: não foram registados feridos e não houve evacuações obrigatórias.
"No início da ocorrência uma habitação esteve em risco, mas os meios de combate conseguiram protegê-la"
A declaração, feita pelo comandante dos Bombeiros Voluntários de Pombal, sublinha que, apesar do perigo inicial para uma casa, as equipas conseguiram garantir a sua proteção sem necessidade de evacuação. Pelas 16h00 de domingo mantinham-se no local 14 operacionais e quatro veículos da corporação em ações de vigilância.
| Item | Valor |
|---|---|
| Área ardida | 24 hectares |
| Operacionais envolvidos | 147 |
| Veículos | 39 |
| Meios aéreos | 5 |
| Vigilância no domingo | 14 operacionais / 4 veículos |
Fonte da Proteção Civil local indicou que o incêndio afetou exclusivamente área florestal e que não há registo de feridos. A origem do fogo continua por apurar; o comandante dos Bombeiros Voluntários de Pombal, Hugo Gonçalves, afirmou que a determinação das circunstâncias ficará a cargo das autoridades competentes, nomeadamente a GNR.
Para os habitantes de Pombal a ocorrência reforça a necessidade de vigilância sobre práticas de prevenção e de cumprimento das restrições e recomendações em dias de risco elevado. A rápida mobilização de meios terrestres e a intervenção dos meios aéreos impediram que o incêndio evoluísse para áreas habitacionais, segundo os responsáveis de intervenção.
As autoridades mantêm-se atentas à fase de vigilância e à investigação das causas, com o objectivo de retirar lições operacionais e prevenir novas ocorrências na época crítica para incêndios florestais.