Português sobe ao pódio em concurso internacional de saltos
Rodrigo Giesteira Almeida alcançou este 2.º lugar na prova CSI2 de 1,35 metros do Lier Standard Show, na Bélgica, assinando o melhor desempenho português do dia. A montar Solidat, o cavaleiro nacional completou as duas fases sem penalizações, com os tempos de 35,66 segundos na primeira e 27,87 na segunda.
O triunfo coube a Mohamed Mounir Mehenni, que em Harald de Belheme também não cometeu faltas, mas foi mais rápido nas duas fases, registando 31,69 e 27,51 segundos. O terceiro posto pertenc eu ao italiano Alessandro Noè, em Jut The Way, que completou o pódio com um percurso imaculado.
Além do pódio de Rodrigo, a representação portuguesa contou com Mafalda Costa Marques na mesma prova de 1,35 metros. Montando Quiterio Z, Mafalda terminou no 59.º lugar, após registar quatro pontos de penalização na fase inicial e um segundo percurso sem faltas.
Contexto e significado do resultado
A segunda posição de Rodrigo Giesteira Almeida destaca-se não apenas pelos tempos limpos nas duas fases, mas também por se traduzir no melhor resultado luso do primeiro dia do concurso. Em provas deste nível, a combinação de rapidez e ausência de faltas é determinante para a subida ao pódio, e o desempenho de Solidat e do cavaleiro português cumulou essas duas exigências.
- Prova: CSI2, 1,35 metros
- Cavaleiro português: Rodrigo Giesteira Almeida (Solidat) — 2.º lugar
- Vencedor: Mohamed Mounir Mehenni (Harald de Belheme) — 1.º lugar
Rodrigo tem ainda inscrita a participação na prova CSI1 de 1,30 metros, prevista para o final da jornada, o que lhe poderá proporcionar mais oportunidades de competição e de consolidar a presença da comitiva portuguesa no evento.
| Posição | Cavaleiro | Cavalo | Tempos (fase 1 / fase 2) |
|---|---|---|---|
| 1.º | Mohamed Mounir Mehenni | Harald de Belheme | 31,69 / 27,51 |
| 2.º | Rodrigo Giesteira Almeida | Solidat | 35,66 / 27,87 |
| 3.º | Alessandro Noè | Jut The Way | Imaculado (tempos não detalhados na fonte) |
O resultado em Lier sublinha a competitividade dos cavaleiros portugueses em provas internacionais de obstáculos e mantém a atenção sobre a participação lusa no resto do programa do evento. A presença de mais portugueses em provas subsequentes pode favorecer a acumulação de experiência e, potencialmente, novos lugares de destaque.