Encerramento do festival oferece repertório renascentista e barroco com entrada livre
O concerto de encerramento da 8.ª edição do Festival de Música Antiga de Torres Vedras realiza‑se no próximo sábado, 12 de julho, às 16h00, na Igreja Paroquial do Ramalhal. A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Torres Vedras, tem entrada gratuita e apresenta um programa centrado na música sacra dos séculos XVI, XVII e XVIII.
O espetáculo intitula‑se “Música Antiga para Palheta Livre: Harmónio & Acordeão” e junta o organista e compositor João Santos e o acordeonista Paulo Bernardino. O repertório inclui peças de compositores consagrados como Bach, Seixas, Haendel e Jacques Arcadelt, explorando o diálogo entre instrumentos de palheta livre e a tradição litúrgica europeia.
Além das obras previstas, o concerto promete surpresas para o público: entre os destaques está a possibilidade de ouvir o raro Orgue‑célesta Mustel, um instrumento de grande valor histórico pouco comum a nível mundial, cuja presença confere singularidade ao encerramento do festival.
- Data: 12 de julho
- Hora: 16h00
- Local: Igreja Paroquial do Ramalhal
- Entrada: gratuita
- Intérpretes: João Santos (harmónio/órgão) e Paulo Bernardino (acordeão)
| Elemento | Detalhe |
|---|---|
| Festival | 8.ª edição do Festival de Música Antiga de Torres Vedras |
| Programa | Música sacra renascentista e barroca (séculos XVI–XVIII) |
| Instrumento raro | Orgue‑célesta Mustel |
Para a comunidade local, a realização deste concerto em Ramalhal representa uma oportunidade de acesso a um repertório histórico executado com instrumentos pouco habituais, sem custos de entrada. Eventos deste tipo contribuem para a dinamização cultural do concelho e para a valorização de espaços religiosos como salas de concerto, reforçando o papel das freguesias na programação cultural municipal.
Quem se deslocar ao Ramalhal deve ter em conta os horários e a afluência prevista para o fim de semana. A Câmara Municipal, organizadora do festival, tem vindo a promover várias iniciativas musicais ao longo do concelho; este encerramento reforça a aposta na descentralização cultural e no acesso gratuito à música histórica.