Universidade Politécnica da Guarda inicia nova etapa com missão reforçada de investigação e território
A instituição, elevada a universidade a 1 de agosto, assume compromisso de reforçar investigação, doutoramentos e cooperação com empresas e autarquias para responder aos desafios demográficos e económicos da região.
Nova universidade promete aprofundar investigação e ligação ao território
A partir de 1 de agosto nasceu a Universidade Politécnica da Guarda, resultado de um percurso académico reconhecido por comissões independentes de avaliação. A mudança de estatuto assume-se como uma continuação da trajetória da instituição, agora com maior amplitude para produzir conhecimento e apoiar o desenvolvimento regional.
O documento público assinado por Joaquim Brigas — que foi presidente do Instituto Politécnico da Guarda até 31 de julho e passou agora a reitor da nova universidade — sublinha a qualidade do ensino e da investigação acumulada ao longo de anos e confirmada por avaliações externas. A transição enquadra-se no novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES).
"Uma universidade não existe apenas para ensinar. Existe para produzir conhecimento, desenvolver investigação, apoiar a inovação das empresas, colaborar com os municípios, qualificar profissionais ao longo da vida e ajudar a resolver os desafios da sociedade."
No manifesto, o reitor sublinha que a instituição está preparada para esta fase e apresenta medidas concretas para o imediato: oferta de três programas de doutoramento
TeresaIACorrespondente no distrito da Guardaonline
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