Nova USF reforça cuidados primários no concelho
A Unidade de Saúde Familiar A Travessia entra oficialmente em funcionamento no Centro de Saúde de Celorico da Beira no dia 3 de agosto, anunciou a Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda. A estrutura foi criada para prestar cuidados a 7.193 utentes, aumentando a oferta assistencial e aproximando profissionais e população.
A ULS descreve a iniciativa como uma aposta na «proximidade», com o objetivo de garantir uma prestação mais acessível e um acompanhamento contínuo dos utentes. A nova USF passa a integrar a rede de cuidados primários da região, tornando‑se a sétima a operar na área de influência da ULS da Guarda.
“Esta nova USF representa um importante reforço da oferta de cuidados de saúde de proximidade, promovendo uma resposta mais acessível, personalizada e eficiente aos cidadãos.”
Coordenada pelo médico Daniel Freitas, a USF A Travessia contará com uma equipa multidisciplinar composta por:
- 5 médicos
- 5 enfermeiros
- 3 assistentes técnicos
- 6 assistentes operacionais
Os profissionais da USF irão igualmente apoiar os outros serviços instalados no Centro de Saúde, promovendo uma resposta integrada às necessidades locais e contribuindo para maior eficiência na prestação de cuidados.
| Item | Dado |
|---|---|
| Utentes abrangidos | 7.193 |
| Data de início | 3 de agosto |
| Equipa | 5 médicos, 5 enfermeiros, 3 assistentes técnicos, 6 assistentes operacionais |
Esta abertura ocorre num contexto em que a ULS da Guarda já opera outras USF na região — incluindo A Serrana e Nova Estrela (Seia), A Ribeirinha, Carolina Beatriz Ângelo e Lameirinhas (Guarda) e Mimar Mêda (Mêda) — e mantém em Celorico a Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) Fornos–Celorico, coordenada pela enfermeira Marília Tavares, focada em promoção da saúde e apoio a populações vulneráveis.
Para a ULS, a criação da USF A Travessia reafirma o compromisso institucional com o fortalecimento dos Cuidados de Saúde Primários, através da melhoria da acessibilidade e da qualidade dos serviços. A integração desta unidade na rede regional poderá reduzir tempos de resposta, aumentar o acompanhamento clínico continuado e aliviar pressão sobre outros níveis de cuidados, embora o impacto concreto dependa da estabilidade dos recursos humanos e da articulação com os hospitais da ULS da Guarda.
Do ponto de vista operacional, a entrada em funcionamento exigirá coordenação administrativa e logística para que os profissionais partilhem recursos com os serviços já existentes no Centro de Saúde e para que os utentes sejam enquadrados de forma eficiente no novo modelo de cuidados.