Bolsas visam premiar os 20 melhores candidatos que escolham a ESAC em primeira opção
A Escola Superior Agrária do Politécnico de Coimbra (ESAC‑IPC) anunciou a atribuição de 20 bolsas dirigidas aos estudantes com as melhores classificações no acesso ao ensino superior que indiquem, em 1.ª opção, uma das licenciaturas da escola no Concurso Nacional de Acesso e Ingresso no Ensino Superior Público de 2026.
As Bolsas Farm4Future têm o valor correspondente à propina anual, fixado em 697 euros, e são atribuídas automaticamente de acordo com a ordem decrescente das notas de ingresso. Caso existam bolsas não atribuídas após a primeira fase do concurso, estas poderão ser atribuídas aos candidatos admitidos na segunda fase.
Os cursos elegíveis abrangem as áreas das ciências agrárias, nomeadamente Agronomia, Ciências Florestais e Recursos Naturais, Tecnologia Alimentar, Tecnologia e Gestão do Ambiente, Turismo em Espaços Rurais e Naturais e Zootecnia. A iniciativa pretende incentivar a escolha destes percursos e captar jovens para formações que destacam a sustentabilidade e o contributo para a segurança alimentar.
- Beneficiários: 20 melhores candidatos que coloquem a ESAC em 1.ª opção
- Valor da bolsa: 697 euros (equivalente à propina anual)
- Candidaturas elegíveis: 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso 2026
A iniciativa integra um programa mais amplo de modernização tecnológica e digital do ensino das Ciências Agrárias, apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que financia medidas para atualizar conteúdos e infraestruturas formativas.
| Item | Valor/Detalhe |
|---|---|
| Total de bolsas | 20 |
| Valor por bolsa | 697 euros |
| Resultados provisórios | 20 de Setembro de 2026 |
Os resultados provisórios com as listagens dos estudantes beneficiários serão publicados a 20 de Setembro de 2026, segundo a ESAC. O regulamento e mais informações estão disponíveis no site oficial do Politécnico de Coimbra.
Para a comunidade académica e para as famílias em Coimbra, a medida representa uma oportunidade de reduzir os custos iniciais do ensino superior e um incentivo claro à escolha de cursos que respondem a prioridades locais e nacionais — da proteção de recursos naturais à inovação na produção alimentar. A ligação ao PRR sublinha ainda a aposta em modernizar o ensino técnico‑científico na região.