Encontro anual reforça tradição musical em Fafe
A Igreja Nova de São José, em Fafe, recebeu em duas noites o 45.º Encontro dos Grupos Corais Litúrgicos do Arciprestado de Fafe, iniciativa organizada em conjunto pela Paróquia de Santa Eulália de Fafe e pelo Arciprestado. O evento, realizado no início de julho, reuniu vários grupos corais que atuam semanalmente nas paróquias da região.
Na abertura das jornadas esteve presente o Professor Doutor João Duque, na qualidade de diretor do Departamento Arquidiocesano de Música Sacra. O responsável sublinhou a relevância destas iniciativas para a melhoria técnica dos coros e para a formação dos coralistas, valorizando também a tradição que sustenta o encontro ao longo dos anos.
“deixou uma palavra de gratidão e incentivo a todos os que trabalham pela música litúrgica no arciprestado de Fafe.”
Na segunda noite, a vereadora Paula Nogueira manifestou o seu reconhecimento pela qualidade das prestações e pelo contributo dos coros para as celebrações em honra de Nossa Senhora, elogiando a beleza musical que enriqueceu os dias festivos.
- Local: Igreja Nova de São José, Fafe
- Organização: Paróquia de Santa Eulália de Fafe e Arciprestado de Fafe
- Presenças destacadas: João Duque (Departamento Arquidiocesano de Música Sacra) e Paula Nogueira (vereadora)
A iniciativa serve não só como momento celebrativo, mas também como espaço de aprendizagem mútua entre grupos corais, contribuindo para elevar a qualidade das práticas litúrgicas locais. Para os habitantes de Fafe, estes encontros significam a continuidade de uma oferta cultural ligada à vida religiosa e comunitária da cidade.
| Elemento | Dados |
|---|---|
| Evento | 45.º Encontro dos Grupos Corais Litúrgicos do Arciprestado de Fafe |
| Datas | Duas noites (início de julho de 2026) |
| Local | Igreja Nova de São José, Fafe |
| Organização | Paróquia de Santa Eulália de Fafe e Arciprestado de Fafe |
Do ponto de vista prático, os encontros promovem o intercâmbio entre responsáveis pastorais, regentes e coralistas, o que pode refletir-se em programas de celebração mais diversificados e tecnicamente mais cuidados nas paróquias locais. Mantém-se, assim, viva em Fafe uma tradição coral que é também fator de coesão social e de afirmação da identidade religiosa e cultural da comunidade.