Festival em Santos usa o topónimo «Valongo» e reúne bandas da Baixada Santista
Nos próximos dias 30 e 31 de julho realiza‑se, no Armazém 3 do Parque Valongo, na cidade de Santos (Brasil), mais uma edição do Santos Criativa Rock. O festival, com entrada gratuita e integrado na programação da Festa Inverno Criativo, junta bandas da Baixada Santista, sessões acústicas, uma feira de economia criativa e oferta gastronómica beneficente.
Criado para fortalecer a cena musical independente e valorizar artistas locais, o Santos Criativa Rock tem vindo a afirmar‑se como um evento de referência no litoral paulista. A edição de 2026 marca uma mudança de local ao ocupar o Armazém 3 do Parque Valongo, ampliando a sua estrutura e integrando‑se num dos maiores acontecimentos culturais da cidade.
- Datas: 30 e 31 de julho
- Local: Armazém 3 do Parque Valongo, Santos (BR)
- Entrada: gratuita
A programação fixa para a quinta‑feira, 30, inicia com uma apresentação acústica de Laís Blanco, seguida das atuações das bandas Skasu, Underpants e Capote. Na sexta‑feira, 31, abre Cacau Pinheiro em formato acústico, com o palco principal a acolher Garage Fuzz, que assinala 35 anos de carreira e apresenta um novo single, além de Bayside Kings e Alva.
| Dia | Abertura | Bandas |
|---|---|---|
| 30/07 | Laís Blanco (acústico) | Skasu; Underpants; Capote |
| 31/07 | Cacau Pinheiro (acústico) | Garage Fuzz; Bayside Kings; Alva |
Para os leitores de Valongo (Portugal), importa salientar que este evento decorre em Santos (estado de São Paulo, Brasil) e não tem ligação institucional ou operacional comprovada com o concelho português. A coincidência do topónimo — «Parque Valongo» — é apenas geográfica e refere‑se a um espaço localizado no litoral brasileiro, distinto do município do distrito do Porto.
Contudo, o programa é relevante para a compreensão de dinâmicas culturais ligadas ao rock e à economia criativa em espaços urbanos que partilham o mesmo nome. A presença de bandas como o Garage Fuzz, com longa trajetória no panorama do hardcore brasileiro, e de formações confirmadas em grandes festivais (por exemplo os Bayside Kings, classificados para o Rock in Rio 2026), demonstra a escala e o impacto que este tipo de programação pode alcançar nas comunidades onde ocorre.
Os interesses locais que possam surgir em torno deste tipo de iniciativas passam pela partilha de práticas de animação cultural, pelo acompanhamento de circuitos de festivais e pela eventual promoção de contactos entre agentes culturais portugueses e brasileiros que usem a coincidência toponímica como ponto de partida para intercâmbios. Para quem procure informação prática sobre deslocações, alojamento ou participação, deve dirigir‑se às comunicações oficiais do festival e às entidades culturais de Santos.