Ocorrência em habitação na Avenida Mouzinho de Albuquerque
Um homem de 56 anos foi encontrado sem vida esta quarta‑feira à noite numa habitação com quartos para arrendamento na Avenida Mouzinho de Albuquerque, nº 36, em Lisboa. As equipas de emergência foram chamadas pelas 22:45, segundo as fontes oficiais.
Os primeiros a chegar ao local foram os Sapadores Bombeiros de Lisboa, que localizaram a vítima na casa de banho com sinais de ferimentos por arma branca. A equipa do INEM, incluindo a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), iniciou manobras de reanimação, mas o óbito foi declarado no local.
Detenção e versão do suspeito
Durante a intervenção e após a chegada da PSP, foi localizado um segundo homem escondido num dos quartos da habitação. Este indivíduo acabou por confessar o crime às autoridades. De acordo com a mesma fonte, o suspeito alegou ter agido em legítima defesa, declaração que não impede a detenção nem a investigação posterior.
“O suspeito confessou o crime, mas alegou ter agido em legítima defesa.”
A Polícia Judiciária (PJ) assumiu a investigação depois de ter sido alertada pela PSP. A PJ confirmou a existência do cadáver e procede agora à recolha de elementos que permitam esclarecer as circunstâncias do homicídio.
- Vítima: homem, 56 anos, encontrado na casa de banho;
- Suspeito: colega de casa, detido no local;
- Hora do alerta: cerca das 22:45;
- Unidades no local: Sapadores Bombeiros de Lisboa, INEM/VMER, PSP e Polícia Judiciária.
| Elemento | Dados |
|---|---|
| Endereço | Avenida Mouzinho de Albuquerque, nº 36 |
| Hora do alerta | 22:45 |
| Instituições envolvidas | Sapadores Bombeiros, INEM/VMER, PSP, PJ |
As autoridades procuram agora apurar a dinâmica dos factos: motivos, sequência da agressão e eventuais testemunhas ou elementos de prova que permitam esclarecer se a versão de legítima defesa tem sustentação. A investigação da PJ incluirá perícias no local e inquirições que visam reproduzir e validar os contornos do ocorrido.
Este caso volta a colocar na agenda local questões sobre segurança em habitações partilhadas e os mecanismos de intervenção e prevenção em situações de conflito entre ocupantes. A investigação em curso deverá, nas próximas fases, determinar eventuais responsabilidades criminais e as medidas processuais subsequentes.