Fogo começou num quarto e alastrou no interior do edifício
Na tarde/noite de sábado, um incêndio originado num quarto no 4.º andar de um prédio residencial na Rua do Conde Redondo, no centro de Lisboa, deixou o prédio inabitável e provocou o desalojamento de várias dezenas de pessoas. O alerta para a ocorrência foi dado às 19h42 e os meios no local concluíram a intervenção por volta das 21h00.
À chegada dos operacionais, a maioria dos moradores já se encontrava fora do edifício. Foi entretanto necessário resgatar um homem que estava na varanda e que não conseguiu sair por seus próprios meios.
Vítima assistida e encaminhada para hospital
O homem, de 65 anos, foi assistido no local devido à inalação de fumo e, posteriormente, transportado para o Hospital de São José. Não foram divulgados outros feridos pelas equipas de emergência no momento da intervenção.
Meios mobilizados e situação do edifício
Para combater as chamas e assegurar a evacuação intervieram os Bombeiros Sapadores de Lisboa com 28 operacionais e 12 viaturas, além de dois veículos dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses. Segundo os relatos recolhidos, o incêndio teve origem num dos quartos e o prédio, que acomodava várias pessoas em beliches, ficou considerado inabitável.
- Alerta: 19h42
- Intervenção terminada: cerca das 21h00
- Vítima: homem, 65 anos, transportado para o Hospital de São José
- Desalojados: várias dezenas (prédio com ocupação em beliches)
| Item | Dado |
|---|---|
| Local | Rua do Conde Redondo, centro de Lisboa |
| Piso de origem | 4.º andar (quarto) |
| Operacionais | 28 (Bombeiros Sapadores) |
| Viaturas | 12 (Sapadores) + 2 (Voluntários) |
Para os moradores afectados, a perda de habitabilidade implica uma necessidade imediata de soluções de alojamento temporário e apoio para bens essenciais. As autoridades e serviços sociais locais costumam ativar mecanismos de apoio em situações deste tipo; a intervenção inicial dos bombeiros destinou-se prioritariamente à extinção das chamas, ventilação e busca por eventuais feridos.
Esta ocorrência sublinha os riscos associados a fogos domésticos em edifícios com ocupação densa e a importância de medidas preventivas — desde detectores de fumo a planos de evacuação — sobretudo em prédios onde várias pessoas partilham quartos e beliches.
As autoridades competentes deverão prosseguir com a avaliação da segurança estrutural do edifício e com a identificação de recursos para alojar temporariamente os desalojados. A redacção segue a situação para actualizações oficiais sobre a condição dos moradores e eventuais medidas de apoio activadas pela Câmara Municipal e serviços de solidariedade local.