Comemoração reforça papel social da instituição no concelho
O Lar Silva Soares, da Misericórdia Obra da Figueira, comemorou no dia 14 de Julho o seu 35.º aniversário, numa cerimónia descrita pela instituição como contida, mas significativa para os residentes e profissionais. O momento contou com a presença do provedor, Joaquim de Sousa, e com a distribuição de bolo a mais de meia centena de utentes e funcionários.
A sessão integrou-se no plano de animação regular do lar, dinamizado pela animadora Daniela Grilo, que tem vindo a promover actividades destinadas a estimular o bem-estar e a participação dos residentes. Nesta ocasião, esteve também presente o escultor e artista plástico figueirense Carlos Moço, que ocupou tempos livres com oficinas de barro.
- Data do aniversário: 14 de Julho
- Tempo de funcionamento: 35 anos
- Participação: mais de meia centena de residentes e funcionários
Durante a actividade, os utentes puderam aprender técnicas básicas de modelagem e acompanhar a criação de peças decorativas, como um casal de sardinhas e uma figura de peixeira, elementos que remetem para a identidade local ligada ao mar e à comunidade piscatória.
O artista anunciou a intenção de regressar em época natalícia para colaborar na elaboração de um presépio com referências à Figueira, Buarcos e às indumentárias tradicionais da região, proposta que foi bem recebida pelos participantes.
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Instituição | Lar Silva Soares (Misericórdia Obra da Figueira) |
| Aniversário | 35.º (14/07) |
| Participantes | Mais de meia centena de residentes e funcionários |
Para a comunidade local, eventos deste tipo representam mais do que uma efeméride: são oportunidades de reforço da sociabilidade dos utentes e de envolvimento de artistas e agentes culturais no espaço institucional. A aposta em actividades manuais e criativas contribui para a estimulação cognitiva e emocional das pessoas idosas, ao mesmo tempo que aproxima a instituição à identidade cultural da cidade.
A continuidade destas iniciativas depende da programação interna do lar e da colaboração pontual de figuras locais, como demonstrado pela presença de Carlos Moço, cujo trabalho evoca memórias e referências partilhadas pela população da Figueira da Foz.