Ao final da tarde de 18 de julho de 2026, uma viatura ligeira começou a arder no piso -1 do parque de estacionamento subterrâneo do centro comercial Glicínias Plaza, em Aveiro. Segundo o comandante dos Bombeiros Velhos, Mauro Martins, o veículo encontrava-se sem ocupantes no momento do incidente e as causas do fogo permanecem, para já, desconhecidas.
Os focos de ignição limitaram-se ao automóvel sinistrado e as chamas não alastraram a outras viaturas estacionadas nas imediações. Em consequência, não foi necessário proceder à evacuação do parque nem do centro comercial, confirmou a direção do Glicínias Plaza após contacto com o Diário de Aveiro.
Intervenção e operacionalidade
A corporação local mobilizou uma unidade e cinco operacionais para extinguir o incêndio e garantir a segurança do local. As equipas realizaram operações de rescaldo e inspeção para verificar a inexistência de risco de reacendimento e avaliar eventuais danos materiais.
- Local: parque subterrâneo do Glicínias Plaza, piso -1
- Data e hora: 18 de julho de 2026, final da tarde
- Veículo: automóvel ligeiro, sem ocupantes
- Resposta: 1 viatura e 5 operacionais dos Bombeiros Velhos
- Consequências imediatas: sem feridos, sem evacuação, chamas confinadas ao veículo
"As causas são desconhecidas", afirmou o comandante Mauro Martins.
Peritos e autoridades competentes deverão, se necessário, proceder a peritagens para apurar a origem do fogo, nomeadamente se resultou de avaria elétrica, falha mecânica ou outra causa. A confirmação da origem será determinante para eventuais responsabilidades e para medidas de prevenção em parques fechados semelhantes.
| Aspecto | Detalhe |
|---|---|
| Equipamento | Glicínias Plaza — parque subterrâneo |
| Piso | -1 |
| Intervenientes | Bombeiros Velhos (1 viatura, 5 operacionais) |
| Estado das pessoas | Sem ocupantes no veículo; sem feridos |
Para os frequentadores do centro comercial e utilizadores do parque, o episódio sublinha a importância de medidas de prevenção, como a vigilância sobre sinais de avaria em viaturas e a manutenção de equipamentos de deteção e combate a incêndios em parques subterrâneos. As autoridades e o próprio centro comercial poderão divulgar recomendações caso a investigação técnica identifique riscos específicos.