Uma saída náutica terminou em tragédia no domingo de manhã junto à Ilha da Liberdade, em Nova Iorque, quando uma embarcação de cerca de 7 metros capotou, resultando nas mortes de uma mulher de 27 anos e da sua filha, uma bebé de cinco meses. O acidente ocorreu por volta das 10h25 (hora local), indicou a agência Associated Press.
Equipes de emergência e a Guarda Costeira dos Estados Unidos intervieram rapidamente: 12 pessoas foram retiradas da água com vida antes da chegada das autoridades e transportadas para receber cuidados médicos por ferimentos descritos como ligeiros. As equipas localizaram depois a mulher e a criança na água; ambas foram levadas para um hospital, onde foram declarados os óbitos.
Investigação e consequências legais
As autoridades prenderam um dos ocupantes da embarcação: Manuel Hernandez, 46 anos, residente em Nova Iorque, foi indiciado por crimes relacionados com exposição de terceiros a risco e negligência no comando da embarcação. As autoridades continuam a apurar as circunstâncias que levaram ao capotamento, com atenção para fatores mecânicos, condições meteorológicas e a operação do barco.
O acidente teve lugar numa área com intenso tráfego marítimo e elevado fluxo turístico, junto a um dos símbolos mais reconhecíveis de Nova Iorque, mobilizando meios de busca e salvamento para a resposta imediata.
Resumo dos factos conhecidos
- Local: junto à Ilha da Liberdade, Nova Iorque (Estátua da Liberdade).
- Hora aproximada: 10h25 (hora local) / 15h25 (Portugal continental).
- Dimensão da embarcação: cerca de 7 metros de comprimento.
- Vítimas mortais: mulher de 27 anos e bebé de cinco meses.
- Sobreviventes resgatados: 12, com ferimentos ligeiros.
- Acusado: Manuel Hernandez, 46 anos, detido por alegada negligência e exposição de terceiros a risco.
| Elementos | Quantidade |
|---|---|
| Vítimas mortais | 2 |
| Pessoas resgatadas | 12 |
| Comprimento da embarcação | 7 m |
Até ao momento, as identidades da mulher e da bebé não foram tornadas públicas pelas autoridades. As investigações prosseguem para determinar as causas imediatas do naufrágio e se existiram irregularidades na condução da embarcação ou falhas técnicas.
As autoridades norte-americanas mantêm a área sob vigilância e recolhem depoimentos e provas para reconstruir a dinâmica do acidente. A ocorrência recorda os riscos associados à navegação em áreas turísticas densamente povoadas e a importância de normas de segurança e de fiscalização rigorosa.