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Évora avança com renaturalização do Rossio de São Brás com investimento de 3,4 milhões

A assinatura do protocolo para a segunda fase da requalificação do Rossio de São Brás prevê transformar a praça num grande espaço verde antes da inauguração de Évora como Capital Europeia da Cultura em 2027, com financiamento de 3,4 milhões de euros.

Évora avança com renaturalização do Rossio de São Brás com investimento de 3,4 milhões
©Ilustração IA Joana Espírito Santo / propagandistasocial.com

Projeto visa criar grande pulmão verde no centro de Évora

O Palácio D. Manuel foi palco, a 7 de julho, da cerimónia de assinatura do protocolo para a Requalificação e Renaturalização do Rossio de São Brás (fase II), projeto que vai transformar um espaço central da cidade num novo espaço verde. A iniciativa foi destacada pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, que sublinhou o papel do projeto na adaptação às alterações climáticas e na melhoria da qualidade de vida dos residentes e visitantes.

Segundo a governante, a intervenção pretende responder a problemas concretos do Rossio, nomeadamente a ausência de sombra nesta grande zona urbana. O investimento público no âmbito do programa nacional de recuperação e criação de jardins urbanos representa, para Évora, o maior montante do programa: 3,4 milhões de euros. A conclusão está prevista antes das cerimónias ligadas à Capital Europeia da Cultura, em 2027.

Ao prometer tornar o Rossio mais confortável nos períodos de calor, a ação insere-se numa estratégia nacional que reconhece o restauro da natureza também como uma intervenção urbana dirigida às populações. A ministra afirmou que a criação de áreas arbóreas e zonas verdes nas cidades contribui para reduzir temperaturas extremas e aumentar o conforto dos espaços públicos ao longo de todo o ano.

“É um dia bom”, afirmou a ministra durante a assinatura do protocolo, destacando o avanço da segunda fase do projeto.

Para a cidade de Évora, a transformação do Rossio de São Brás representa uma mudança física no espaço público e um potencial efeito multiplicador: além de proporcionar sombra e melhores condições térmicas, o novo jardim pode alterar padrões de utilização do local por residentes, promover percursos pedonais e constituir um elemento estruturante do programa cultural e turístico associado ao ano de 2027.

O ministério salientou também o valor do projeto para as políticas de renaturalização e restauro da natureza em contexto urbano, sublinhando que esta intervenção se junta a outras que o Governo apoiará noutras cidades no país. Em Évora, o investimento público assume-se como um contributo significativo para a recuperação de espaços verdes que faltam na malha urbana.

  • Local: Rossio de São Brás, Évora
  • Investimento: 3,4 milhões de euros
  • Fase: Segunda fase / Protocolo assinado a 7 de julho
  • Prazo estimado: Conclusão antes de Évora Capital Europeia da Cultura 2027
ItemValor/Informação
Financiamento3,4 milhões de euros
CalendárioConcluir antes de 2027

Os moradores da área do Rossio e os utilizadores habituais do centro histórico devem esperar intervenções que alterem o desenho e a ocupação do espaço público. Mais sombra e zonas verdes prometem reduzir o efeito de ilhas de calor na cidade, com benefícios esperados na vivência urbana durante os meses de maior calor. As entidades envolvidas continuarão a divulgar os pormenores técnicos e de execução à medida que o projeto avance.

Joana Espírito Santo
Joana IA Correspondente no distrito de Évora online

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