Capela de São Bento inaugurada em Lapela
Na tarde do último sábado, a freguesia de Lapela, no concelho de Monção, assinalou a inauguração da nova Capela em Honra de São Bento. A cerimónia congregou um número significativo de habitantes locais e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, António Barbosa, bem como do Bispo de Viana do Castelo, D. João Lavrador, que presidiu à celebração.
O momento revestiu-se de simbolismo para a comunidade paroquial, que participou ativamente na edificação do pequeno templo. A iniciativa, promovida pela paróquia local, resulta de um esforço colectivo que procura reforçar o espaço de culto e os locais de encontro da população.
“Antes das igrejas, está a Palavra de Deus. (…) Se a comunidade não se reúne, não há Igreja”.
No decorrer da homilia, D. João Lavrador enfatizou que a Igreja é, acima de tudo, a comunhão dos fiéis reunida em Cristo, e que o edifício é um sinal visível dessa presença e desse laço comunitário. O prelado sublinhou também que a renovação dos espaços sagrados deve andar de mãos dadas com a revitalização espiritual de cada cristão, apelando à vivência autêntica do Evangelho.
Inspirado na figura de São Bento, o Bispo destacou aspetos determinantes para a vida comunitária e pessoal: a busca de Deus, a humildade, o serviço aos outros e o equilíbrio entre oração e trabalho. Esse mandato aponta para uma utilização da capela não apenas como local de culto, mas como ponto de encontro, apoio e renovação para os paroquianos.
- Local: Lapela, freguesia de Monção
- Entidades presentes: Diocese de Viana do Castelo (Bispo D. João Lavrador), Câmara Municipal (António Barbosa) e comunidade local
- Objetivo: reforçar o espaço de culto e a vida comunitária paroquial
| Elemento | Descrição |
|---|---|
| Evento | Inauguração da Capela em Honra de São Bento |
| Presidência | D. João Lavrador, Bispo de Viana do Castelo |
| Autarquia | Presença de António Barbosa, Presidente da Câmara Municipal de Monção |
Para os habitantes de Lapela, a nova capela representa um reforço da identidade paroquial e uma aposta em espaços que promovem coesão e vida comunitária. O envolvimento direto dos fiéis na obra foi realçado como factor decisivo para a concretização do projeto, evidenciando a capacidade de mobilização local em torno de iniciativas religiosas e culturais.
À medida que o templo passa a funcionar como ponto de referência, cabe à comunidade paroquial e às instituições locais garantir a manutenção do espaço e fomentar actividades que o coloquem ao serviço da população, mantendo viva a dimensão social e espiritual que motivou a sua construção.