Formação acessível para fortalecer hortas urbanas em Horta
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lançou um curso on-line destinado a quem pretende implementar ou gerir hortas comunitárias. A oferta, de acesso gratuito e disponível de forma autoinstrucional na plataforma e-Campo, apresenta conteúdos que combinam técnicas de cultivo com estratégias de mobilização social, política pública e aproveitamento produtivo do excedente.
Para os residentes da Horta, a proposta traz ferramentas que podem ser aplicadas em diferentes contextos locais: terrenos baldios transformados em espaços produtivos, hortas em equipamentos públicos, jardins escolares ou iniciativas de associações e projetos sociais que procuram aumentar a segurança alimentar e a coesão comunitária.
O curso inclui módulos teóricos e uma componente prática que orienta desde a produção de mudas até a colheita e pós-colheita. Entre os assuntos abordados estão princípios agroecológicos, planejamento de áreas de cultivo e formas de articular ações com câmaras municipais e instituições parceiras.
- Formação prática: passo a passo para implantação e manutenção.
- Mobilização: técnicas para envolver vizinhos e parceiros locais.
- Políticas públicas: entendimento das bases legais e instrumentos de apoio à agricultura urbana e periurbana.
Para quem pretende seguir a iniciativa na Horta, a flexibilidade do formato — estudando ao próprio ritmo, mediante acesso à internet — facilita a combinação com trabalho e outras responsabilidades. A capacitação aponta também para o potencial das hortas como espaços de convivência, promoção do bem-estar e eventual geração de trabalho e rendimento.
| Característica | Valor |
|---|---|
| Carga horária | 30 horas |
| Módulos | 5 módulos |
Habitantes e coletivos da Horta interessados podem inscrever-se a qualquer momento. A aplicação prática dos conteúdos torna este curso pertinente para escolas, juntas de freguesia, associações e grupos informais que procurem transformar espaços subutilizados em recursos alimentares e comunitários.
Ao oferecer orientações sobre aproveitamento do excedente e articulação institucional, a formação contribui para que iniciativas locais consigam não só produzir alimentos, mas também organizar-se de forma sustentável e integrada com políticas públicas existentes.