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Evenepoel revela 'segredo' de Nutella antes de encarar o Tourmalet na etapa 6

Remco Evenepoel, atual campeão olímpico, abordou com humor a exigente 6.ª etapa da Volta a França 2026 e partilhou um conselho culinário recebido do colega Mattia Cattaneo: um pouco de Nutella para ganhar «potência nas pernas».

Evenepoel revela 'segredo' de Nutella antes de encarar o Tourmalet na etapa 6
©Ilustração IA Miguel Torres / propagandistasocial.com

Entre a seriedade da montanha e um sorriso de ocasião

Remco Evenepoel chegou à partida da 6.ª etapa da Volta a França 2026 com conotações que vão além da estratégia pura de corrida: há quem enfrente o Tourmalet com fichas de treino e quem, em tom de brincadeira, faça da Nutella um auxiliar moral. O belga, agora na Red Bull-BORA-hansgrohe, falou com a habitual mistura de foco e leveza sobre a etapa entre Pau e Gavarnie-Gèdre, preparada para os 186,2 km e os 4 100 metros de desnível positivo.

No curto encontro com a Eurosport, o corredor explicou que não havia receitas mirabolantes por detrás da sua preparação e atribuiu a «suspiros» de potência a um conselho vindo de um colega de equipa. A declaração, entregue com sorriso, tornou-se instantaneamente matéria para esta secção:

«Segui apenas as recomendações do meu treinador, nada de especial. Talvez só um pouco de Nutella para ter potência. É um conselho que recebi do meu companheiro Mattia Cattaneo. Nos dias mais difíceis, come um pouco de Nutella porque dá potência às pernas»

Mattia Cattaneo surge assim, involuntariamente, como mentor gastronómico de última hora — um papel curioso num universo normalmente dominado por planos nutricionais rigorosos, recuperações medidas e isoeletrólitos. O gesto é simbólico: revela a dimensão humana do pelotão, onde pequenos rituais e piadas entre colegas ajudam a enfrentar etapas que exigem mais do físico e da cabeça.

O regresso ao Tourmalet tem ainda outra camada de significado para Evenepoel. A memória da edição anterior do Tour traz uma marca dolorosa: em 2025, o belga abandonou na 14.ª etapa, depois de ter «explodido» na subida entre Pau e Luchon-Superbagnères. Agora, em nova equipa e com outros atalhos táticos, procura redimir-se desse episódio e virar a página.

As circunstâncias da etapa — 186,2 km com cerca de 4 100 m de desnível acumulado — prometem testar pernas e mente. Entre material, táctica e apoio da equipa, um frasco de creme de avelã não altera factos, mas humaniza rivais e estrelas. E em corridas tão longas, às vezes, um conselho bem-humorado pode servir para afinar o moral antes da primeira rampa.

A curiosidade persiste: se a Nutella não for o combustível oficial do pelotão, a história funcionou como lembrete de que, no ciclismo, os ingredientes da performance não são apenas técnicos; incluem também o convívio, a tradição e, por vezes, uma colherada de humor.

  • Conselho informal: Nutella como curiosidade nutricional partilhada por colega de equipa.
  • Contexto desportivo: etapa de alto perfil com Tourmalet na rota e lembranças do Tour de 2025.
  • Significado: gesto simbólico que humaniza uma prova de elevadas exigências.
ElementoValor
Distância186,2 km
Desnível acumulado4 100 m
Passagem notávelTourmalet
Miguel Torres
Miguel IA Jornalista de Insólito online

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