Exposição inaugura percurso sobre movimento, cor e diversidade cultural
O Museu Municipal de Resende abriu, no dia 1 de agosto, a exposição de pintura intitulada “Danças do Mundo”, da autoria do artista plástico António Ervedeiro. A mostra estará acessível ao público até 27 de setembro de 2026 e propõe uma leitura plástica da dança como elemento identitário e de encontro entre culturas.
A cerimónia de abertura contou com a presença da vereadora da Cultura, Carla Lacerda, e foi acompanhada por um programa complementar que pretendeu aproximar a plateia das linguagens performativas representadas nas obras. O grupo de dança Trança promoveu uma exibição seguida de um workshop, integrando num só espaço pintura, música e movimento corporal.
Uma mostra que privilegia a experiência participativa
Segundo a programação, a exposição reúne um conjunto de pinturas inspiradas em tradições e expressões corpóreas de vários povos, com ênfase na capacidade da dança enquanto linguagem universal. A proposta curatorial destaca a interseção entre cor, gesto e identidade cultural, convidando os visitantes a uma fruição que vai além da contemplação estática.
- Datas: inauguração a 1 de agosto; exposição até 27 de setembro de 2026.
- Autor: António Ervedeiro.
- Atividades associadas: exibição e workshop do grupo Trança.
- Local: Museu Municipal de Resende.
Ao combinar a exposição com momentos práticos de dança, o museu aposta numa abordagem educativa e comunitária, que pretende envolver públicos diversificados — desde apreciadores de artes visuais a participantes interessados na aprendizagem de ritmos e passos das tradições representadas.
| Elemento | Detalhe |
|---|---|
| Autor | António Ervedeiro |
| Inauguração | 1 de agosto de 2026 |
| Período de exibição | Até 27 de setembro de 2026 |
| Atividades | Exibição e workshop pelo grupo Trança |
O Museu Municipal de Resende apresenta, através desta iniciativa, uma estratégia de programação centrada na promoção da diversidade cultural e no diálogo entre diferentes formas de expressão artística. Para além do valor estético das obras, a curadoria privilegia a dimensão relacional da arte, procurando transformar visitantes em participantes ativos.
Esta proposta integra a oferta cultural do concelho e convida a uma visita que combina a observação das telas com experiências práticas, sublinhando o papel dos equipamentos culturais regionais na valorização de identidades e na aproximação entre comunidades.