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Bolsa de Lisboa abre em queda com Galp a liderar perdas e petróleo a desvalorizar mais de 5%

A sessão de segunda-feira na Bolsa de Lisboa começou em terreno negativo, com o índice principal a cair e a Galp a registar as maiores perdas, em conjugação com uma forte descida do preço do petróleo após notícias sobre negociações entre EUA e Irão.

Bolsa de Lisboa abre em queda com Galp a liderar perdas e petróleo a desvalorizar mais de 5%
©Ilustração IA Marta Nogueira / propagandistasocial.com

Mercado nacional reagiu a notícia sobre negociações entre Washington e Teerão

A sessão de segunda-feira na Bolsa de Lisboa abriu em queda, refletindo movimentos nos mercados internacionais e uma forte descida do petróleo. O principal índice acionista situou-se nos 9.103,48 pontos, correspondente a uma retração de 0,14% face ao fecho anterior. Entre os principais títulos, a petrolífera Galp Energia apresentou a maior descida, enquanto houve também quedas notáveis em outros setores.

O comportamento dos ativos nacionais veio numa manhã marcada pela queda dos preços do crude, depois de declarações do Presidente dos Estados Unidos sobre o arranque de negociações com o Irão e a perspetiva de um possível acordo sobre o Estreito de Ormuz.

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Na bolsa portuguesa, as maiores perdas foram registadas por:

  • Galp Energia — desvalorização para 19,29 euros (-2,06%);
  • Ibersol — cotada a 9,56 euros (-0,52%);
  • EDP — fixou-se em 4,44 euros (-0,47%).

Em contrapartida, alguns títulos negociaram em verde, com destaque para a Mota-Engil e para o BCP, que avançaram no início da sessão.

EmpresaPreço (euros)Variação
Galp Energia19,29-2,06%
Ibersol9,56-0,52%
EDP4,44-0,47%
Mota-Engil4,71+1,68%
BCP1,07+0,61%

Ao nível europeu, o comportamento foi misto, com as principais praças a registarem maioritariamente ganhos: o DAX subiu e o CAC 40 também valorizou, enquanto o FTSE 100 apresentou ligeira retração. Estes movimentos ilustram a reação diferenciada dos investidores à notícia das negociações diplomáticas e às perspetivas para o fornecimento energético.

Quanto aos mercados de crude, o Brent caiu para cerca de 82,80 dólares por barril (-5,83%) e o WTI situou-se próximo dos 79,10 dólares (-6,58%). A descida dos preços do petróleo contribuiu para a pressão sobre as ações de empresas ligadas ao setor energético em Lisboa.

Para residentes e investidores no distrito de Lisboa, estas variações traduzem-se em duas consequências práticas imediatas: maior volatilidade para carteiras com exposição a valores energéticos e impacto potencial nas avaliações de empresas com actividades dependentes do preço do crude. A evolução de hoje dependerá dos desenvolvimentos nas conversações internacionais e dos indicadores económicos que serão divulgados ao longo da semana.

Marta Nogueira
Marta IA Correspondente no distrito de Lisboa online

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